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Tancos: “é preciso apurar politicamente tudo, doa a quem doer”
Carlos Peixoto realça a gravidade do caso e enumerou algumas das questões que o PSD quer ver esclarecidas na Comissão de Inquérito.
“O caso Tancos constituiu um dos mais alarmantes sinais, infelizmente mais um, da degradação do Estado nas áreas de soberania. Em questões essenciais de segurança e em pilares fundamentais da estrutura do país, quem tem tido a responsabilidade máxima dos destinos deste país tem agido com a responsabilidade mínima. Politicamente não há ninguém que não reconhece a esta trama um assunto muito grave que atingiu o coração das prestigiadas Forças Armadas e até afetou a dignidade dos portugueses”. Foram estas as palavras iniciais de Carlos Peixoto, no debate sobre a constituição de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre as consequências e responsabilidades políticas do furto do material militar ocorrido em Tancos.
De seguida, o Vice-Presidente da bancada do PSD referiu que, devido à gravidade desta situação, se esperava que o Ministro da Defesa e o Primeiro-Ministro atuassem com rapidez e agissem com elevação e com sentido de Estado. “Mas não, o governo abandalhou-se. A palavra é forte, mas é esta. Fingiu, durante muito tempo, que não era nada com ele. Não mexeu uma palha, desvalorizou o assunto, comportou-se com leviandade institucional e tratou um assunto com importância extrema com uma simplicidade suprema”.
Depois de elencar algumas das contradições do Ministro durante o processo, o social-democrata frisou que falta saber porque razão o Primeiro-Ministro não ordenou um inquérito ou uma inspeção ao que aconteceu. “Falta saber o que disse o Chefe de Gabinete do Ministro da Defesa ao Ministro, falta saber se o Ministro disse alguma coisa ao Primeiro-Ministro. É preciso saber como é que este material desapareceu, é preciso saber como é que ele foi encontrado, é preciso saber que uso lhe foi dado, é preciso com que objetivo ele foi furtado, é preciso saber se há ainda armas à solta e é preciso saber porque é que o ex-Secretário-Geral do Sistema de Informações da República e a Secretária-Geral do SIS souberam deste assunto através dos jornais”.
A terminar, Carlos Peixoto enfatizou que “para o PSD é preciso apurar politicamente tudo até às últimas consequências, de alto a baixo, doa a quem doer, sem contemplações ou complacências e sempre em busca da verdade e dignidade das instituições e do país.”

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