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“O Estado falhou na proteção das pessoas e ainda quer cobrar impostos pelas cinzas”
António Leitão Amaro mostrou-se “chocado” com a esquerda por chumbar todas as propostas de alteração que o PSD fez ao Orçamento, incluindo a que pretendia isentar de IMI as famílias e as empresas cujas casas e edifícios foram destruídos nos incêndios.
No entender de António Leitão Amaro “o Orçamento que saiu da especialidade é pior do que o que entrou.” No debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2018, o Vice-Presidente da bancada do PSD considerou que o Orçamento ficou pior quando foi tirada a milhões de trabalhadores a possibilidade de escolherem receber mensalmente o subsídio de Natal. “Ficou pior quando agravaram a tributação sobre as empresas. Ficou pior quando o regime dos trabalhadores independentes saiu ainda mais complicado. Erraram aí, tal como erraram em chumbar todas as 82 propostas de alteração do PSD”. Relativamente a esta atuação da esquerda, o deputado afirmou que estamos perante um comportamento “sectário” próprio de “pseudodemocracias meramente formais”.
De seguida, o social-democrata frisou que a esquerda esteve mal quando chumbou a isenção de IRS para os pensionistas que recebem um complemento por dependência. “Estiveram mal quando chumbaram os apoios ao arrendamento por jovens com dificuldades. Quando chumbaram os apoios às famílias com mais filhos. Estiveram mal quando chumbaram as nossas propostas para apoiar as PME’s. Estiveram mal quando chumbaram todos os estímulos à poupança, a redução dos pagamentos em atraso do Estado ou a limitação do valor das cativações”.
Contudo, prossegue Leitão Amaro, além das posições erradas da esquerda, foi ainda “chocante” ver a forma como trataram as propostas do PSD para apoiar as vítimas dos incêndios. “Completamente chocante foi que PS, PCP e BE se tenham juntado para chumbar a proposta do PSD para isentar de IMI as famílias e as empresas cujas casas e edifícios foram destruídos nos incêndios. O que os senhores disseram foi que o Estado falhou, mas ainda quer que as vítimas paguem impostos por património que perderam e por valor que já não tem. Isto é chocante. O Estado falhou na proteção das pessoas e ainda quer cobrar impostos pelas cinzas que lá ficaram”, concluiu o social-democrata.

27-11-2017 Partilhar Recomendar
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