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Governo faz “um ataque sem precedentes à classe média portuguesa”
Hugo Soares considerou o Orçamento “uma proposta incoerente, sem estratégia, nem reforma estrutural”.
“Depois das eleições, veio o que nos quiseram esconder”, denunciou o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, na abertura das Jornadas Parlamentares do PSD, em Braga. “Foi de um eleitoralismo primário nunca antes visto”, disse depois de ter lembrado que “nas semanas que antecederam as eleições autárquicas, foi apresentado tudo o que de bom este Orçamento do Estado (OE) podia trazer às famílias e às empresas”. Contudo, sabe-se agora “o que esconderam [Governo]: aumento generalizado de impostos, invenção de novos impostos, aumento brutal de impostos sobre os trabalhadores independentes”, disse.
Para Hugo Soares, o Governo está a fazer “um ataque sem precedentes à classe média portuguesa”. Assim sendo, “ Grupo Parlamentar do PSD apresentará uma proposta para que tudo fique como estava, sem aumentos da carga fiscal sobre trabalhadores independentes”. Notou, contudo, que a “proposta precisará de ter uma maioria na Assembleia da República”. No entanto, a avaliar pelas “intervenções do BE e do PCP, pelo que têm dito, não terão qualquer rebuço em votar a nossa proposta”, assinalou. “Jerónimo de Sousa e Catarina Martins, que se entretêm a fingir que fazem oposição ao Governo ao fim de semana, que sejam consequentes e aprovem a nossa proposta”, desafiou.

Orçamento do Estado: “uma proposta incoerente, sem estratégia, nem reforma estrutural”


Segundo o líder parlamentar, “este é o OE do PS e dos partidos da geringonça”. Trata-se, referiu, de “uma espécie de construção de lego”, em que “cada um acrescenta uma peça para agradar aos seus nichos”. Resulta, assim, “uma proposta incoerente, sem estratégia, nem reforma estrutural, sem visão de futuro”, aponta, considerando que “não serve os portugueses”. “Serve apenas para manter António Costa como primeiro-ministro”, considerou, reforçando que o PSD apresentará propostas “para melhorar” e “evitar algumas das injustiças” evidentes neste OE.

Entrevista de António Costa é a “melhor forma de ilustrar o que é oportunismo político”

Debater-se-á, amanhã, o tema “O Portugal Esquecido”. De acordo com Hugo Soares, nos últimos meses, “o País ficou a saber que não pode contar com este Governo” que apenas o é com as “boas notícias” e nas “horas fáceis”, “mas que falta sempre quando é preciso competência e qualidade”. Constatou que o primeiro-ministro e o Governo “lidam mal com as críticas” e, por isso, têm acusado o PSD de “oportunismo político” quando “estávamos a fazer o nosso trabalho de oposição responsável”.
Para Hugo Soares, a entrevista de António Costa deste domingo é a “melhor forma de ilustrar o que é oportunismo político”. “Quem monta este cenário para fazer uma entrevista de rescaldo de incêndios não merece respeito”, afirmou, acrescentando que “os bombeiros mereciam mais respeito”. “António Costa estava preocupado se ficava melhor com o extintor à esquerda ou um capacete à direita, é impressionante o cuidado na forma, mas na substância nunca faz o que o País precisa”, criticou. Por isso, assegurou, que “o PSD vai continuar a procurar as melhores soluções para os problemas que afetam os portugueses”.

“O País conta muito connosco”

O presidente do grupo parlamentar justificou o lema escolhido para estas jornadas (“Recuperar a confiança”) com o facto de ser objetivo do PSD “recuperar a confiança dos cidadãos”, “numa altura em que o Estado falhou tão grosseiramente a quem mais precisava”. Neste sentido, os deputados do PSD falarão também sobre Saúde, “uma área onde cada vez mais se sente o efeito das políticas do PS, do BE e do PCP: nas cirurgias em atraso, no acesso aos medicamentos, nas dívidas a aumentar, na dificuldade de acesso aos cuidados de saúde”.
“O País conta muito connosco”, afirmou ainda. “A nossa missão é preparar o PSD para voltar a ser poder em 2019 não por nós, mas porque o País precisa”, explicou.

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