Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata
Facebook Twitter YouTube Sapo Vídeos Flickr
Home Agenda Actualidade Deputados Direcção Galeria Contactos RSS
Plenário/Audiências/Comunicação Social/Comissões
Notícias/Plenário/Comissões
Por nome/Por comissão/Por círculo
Presidente/Direcção
Vídeos/Fotografias
 
Orçamento: “PSD apresentará propostas a pensar no futuro do País”
Pedro Passos Coelho anunciou que o PSD votará contra o Orçamento porque ele “não está orientado para o futuro, não gera emprego e não incentiva o investimento e a criação de empresas”.
“A nossa preocupação não é estar no leilão orçamental, mas traçar caminhos que respondam aos problemas do País”, afirmou Pedro Passos Coelho, adiantando que o PSD votará contra o Orçamento do Estado e apresentará propostas de alteração.
É necessário “olhar para o tecido económico e saber o que é preciso fazer para crescer mais”, disse o líder do PSD, hoje, ao encerrar, em Braga, as jornadas parlamentares, justificando o voto contra a proposta orçamental para 2018. “É preciso dar atenção às empresas que são quem cria o emprego e o rendimento. Sabemos que, para o PS, quando se fala das empresas, só pensam nos capitalistas. Mas as empresas são importantes, têm acionistas, gestão, trabalhadores, e quando funcionam são, tal como as famílias, um dos eixos fundamentais do regime em que vivemos”, declarou. Um regime em que todas as empresas são do Estado, “esse já o conhecemos. Precisamos de livre iniciativa, de pessoas que arriscam. Para essas pessoas, que fazem as empresas, temos de ter respostas mais ambiciosas, porque senão não teremos mais do que hoje.”
Para o PSD, é importante respeitar a centralidade que as empresas representam na estratégia de recuperação económica. Para o próximo orçamento, é preciso “voltar a endereçar algumas das respostas mais relevantes em termos estruturais, com preocupação em melhorar a qualidade do emprego e nível de rendimento. É preciso corrigir erros que a proposta de orçamento apresenta.”


PSD não suporta orçamentos errados

O líder da oposição anunciou ainda que o PSD votará “contra o Orçamento” e que não podem esperar que seja o Partido “a suportar este Governo, pois não é o PSD que suporta este Governo nem os seus orçamentos errados”.
“O Orçamento do Estado merece o nosso voto contra, porque não serve o interesse coletivo, não está orientado para o futuro, e não traz escolhas políticas a pensar no trabalho que ainda temos pela frente enquanto sociedade. É voltado para quem sustenta o Governo, para o somatório de interesses particulares e não para uma visão de interesse colectivo”, acusou Pedro Passos Coelho.
Este é o terceiro Orçamento do Estado apresentado a pensar no presente, e na sobrevivência da geringonça. Tal como o líder social-democrata disse, “a diferença entre ter um Governo com sentido estratégico ou quem só está preocupado com o presente é que cada Orçamento deve estar inserido num caminho de médio e longo prazo, que nos ajuda a perceber o conjunto de opções assumidas. É isso que faz dele uma peça de estratégia de futuro, e não para gerir o presente consoante as circunstâncias”.
O atual Executivo só tem uma ambição: “oferecer aos portugueses uma recuperação de rendimentos mais rápida do que aquela prevista”. Mas se é verdade que hoje a conjuntura favorece uma recuperação mais rápida, porque o crescimento da Zona Euro é maior, e que a política monetária do BCE tem hoje um resultado mais favorável do que aquele que se fazia sentir em 2015 e que ajuda os países mais endividados a tornar mais leve o serviço da dívida, “também é verdade que não é um programa de longo prazo restaurar rendimentos se não tivermos capacidade de corrigir desequilíbrios. Se à medida que os anos foram passando gerirmos apenas a conjuntura favorável, quando tivermos uma nova crise teremos de voltar ao princípio. E é isso que a comunidade política tinha a obrigação de evitar”.
“Um governo que governasse neste quatro anos, tinha como primeira obrigação contribuir para ultrapassar os desequilíbrios na nossa sociedade e garantir que o incerto fosse enfrentado com mais confiança para não voltarmos à crise”, disse.


“A estratégia económica com que o Governo iniciou funções falhou os objetivos”

As execuções orçamentais deste Governo revelam pelo menos um aspeto: “o Governo não tem uma noção reformista para corrigir os desequilíbrios”. E o que vão fazendo é a “gestão de um ciclo com mais impostos, juros mais favoráveis, e exercício na despesa que comprimiu o investimento público, com um volume de cativações que denunciámos em tempo devido e ficou bem exposto quando a Conta Geral do Estado foi mostrada e se percebeu que o Governo não autoriza a despesa”.
Tal como Pedro Passos Coelho denunciou, do ponto de vista de futuro, “estes exercícios orçamentais que estão a ser repetidos degradam a qualidade das políticas públicas. Não é possível todos os anos gastar menos no SNS e evitar que haja implicação sobre a qualidade do serviço prestado. Sem nenhuma reforma, dificilmente podemos pensar que os serviços públicos terão melhor resultado com o mesmo ou menos”.
“O que estamos a ver é que o Governo se recorre do cíclico e da conjuntura, mas não usa nenhuma dessa margem para fazer uma consolidação estrutural nem financiar alterações estruturais”, acusou. “A estratégia económica com que o Governo iniciou funções falhou os objetivos”, pois o Governo achava que uma mais rápida recuperação dos rendimentos passaria um consumo mais forte. Mas foram o turismo e as exportações que impulsionaram a economia.


Executivo revela ausência de estratégia e opta pelo secretismo

“Ainda hoje não sabemos o que o primeiro-ministro defende na área da defesa e segurança europeias”, relembrou o líder social-democrata. Por várias vezes o PSD tem desafiado o Governo a quebrar o secretismo nesta matéria, mas as repostas tardam em chegar, pois ainda hoje “não sabemos se Portugal é um dos 21 países que comunicou a dizer que queria estar no mecanismo europeu de segurança. E o primeiro-ministro não o revela porque não tem o apoio do PCP, do BE e dos Verdes. Sabendo que não tem o seu apoio, reserva a sua posição”.
É necessário que o Governo se prepare para o futuro. Este pode ter incertezas, e olhando para estas incertezas relativas, “estamos a fazer o que é devido para os preparamos? Não. Iremos para o terceiro ano em que o País faz de conta que está numa UE em que as soluções não durarão indefinidamente.”
Para enfrentar o futuro “temos de ter mais coesão, mais investimento na Investigação e Ciência, com pessoas mais bem preparadas. Isto exige um investimento sério na maneira como estamos organizados e dirigimos o nosso pensamento. Quando olhamos para o contexto externo, em áreas como a segurança económica, no comércio global, vemos um governo que reserva a sua opinião, esconde o jogo, porque não tem jogo para mostrar”.
“A geringonça é hoje tão má como em 2015. Quando disse que esta maioria estava esgotada, não quis dizer que não poderia sobreviver ao tempo. A morte lenta tem custos elevados, e assim são os custos. O tempo passa e não há nenhum programa, nos temas importantes, em que esta geringonça tenha o mínimo de cimento e coesão”, disse.

02-11-2017 Partilhar Recomendar
24-11-2017
Álvaro Batista: “o PSD quer apoiar o interior e o mundo rural”
    O deputado apresentou a proposta do PSD que defende a isenção de IMT, de imposto selo, de IMI e do pagamento de registo para todas as operações de emparcelamento.
24-11-2017
Governo abandonou as empresas à sua sorte
    Carlos Silva considera que o desprezo do executivo pelas empresas é aterrador.
24-11-2017
Carlos Abreu Amorim acusa maioria de esquerda de “abafamento democrático”
    O Vice-Presidente da bancada do PSD acusou a esquerda de utilizar um “rolo compressor em todas as propostas alternativas”.
23-11-2017
Incêndios: é tempo de apoiar as populações e empresas atingidas
    Margarida Balseiro Lopes apresentou as propostas do PSD que passam pela isenção de IMI para os edifícios atingidos e pela isenção do pagamento especial por conta.
23-11-2017
Sociais-democratas defendem a criação de um incentivo às ações de limpeza, prevenção e gestão florestal
    José Carlos Barros apresentou a proposta do PSD e frisou que ela que tem um impacto positivo no terreno.
23-11-2017
PSD propõe diminuição da carga fiscal para as empresas exportadoras
    António Costa Silva desafiou o PS a aprovar as iniciativas dos sociais-democratas.
23-11-2017
“Orçamento desconsidera as empresas e o seu papel para o futuro do país”
    Segundo Joel Sá as empresas apenas podem esperar mais impostos deste Orçamento.
23-11-2017
Governo antecipa receita a curto prazo para perder mais receitas a longo prazo
    António Leitão Amaro considera que o executivo está a prejudicar os contribuintes para beneficiar alguns bancos.
23-11-2017
PSD propõe isenção de IRS para o complemento por dependência
    Helga Correia lembrou que esta prestação é da maior relevância e que este imposto pode comprometer a sua eficácia.
23-11-2017
PSD está contra o alargamento dos escalões de IRS
    Segundo Duarte Pacheco as alterações ao IRS devem passar pela redução das taxas.
Início Anterior Seguinte Último
Galeria Vídeos
Galeria Fotos
Intranet GPPSD
Dossiers Temáticos
Canal Parlamento
Agenda
Newsletter
Submeta a sua Notícia
Links
Partido Social Democrata
Instituto Francisco Sá Carneiro
Grupo Europeu PSD
Juventude Social Democrata
Trabalhadores Social Democratas