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Luís Montenegro: “o governo está a colapsar e não tem liderança”
No debate sobre o Estado da Nação, o líder parlamentar do PSD frisou que “o governo chega a este debate num processo de degradação indisfarçável”.
O líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, acusou hoje o Governo socialista de ser “um flop” e de ter feito colapsar o Estado. Na primeira intervenção no debate sobre o estado da Nação, Luís Montenegro evocou os incêndios que provocaram 64 mortes, o furto de material de guerra em Tancos, as recentes demissões de secretários de Estado mas também a fuga de informação num exame nacional e a decisão da maioria de esquerda de encerrar os trabalhos da Comissão de Inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos.
No início da sua intervenção, o social-democrata frisou que “o governo chega a este debate num processo de degradação indisfarçável. O governo está a colapsar. O governo perde autoridade todos os dias e o país já percebeu que nos momentos difíceis, nas contrariedades, o governo não tem liderança, ou no mínimo tem uma liderança muito frágil. Este governo teve sempre um Primeiro-Ministro frágil por falta de votos dos eleitores, mas agora este governo tem também um Primeiro-Ministro frágil por incapacidade, por passividade e por falta de liderança”. Dirigindo-se a António Costa, o líder parlamentar do PSD afirmou que o governante “nunca teve autoridade eleitoral, mas chega a este debate com a sua autoridade política muito diminuída. Para nós, que somos oposição, isso não é um problema em si mesmo, mas o problema é Portugal. Portugal está a perder tempo com este governo, Portugal está a perder oportunidades com este governo e o Estado está a ser ferido, atingido nos seus pilares fundamentais”.
Acusando o Primeiro-Ministro de chegar a este debate com a “autoridade política muito diminuída”, o parlamentar defendeu que “o Estado colapsou” ao não conseguir salvaguardar os cidadãos nos incêndios que deflagraram em Pedrógão Grande ou ao não aceitar um mecanismo rápido de indemnizações para as populações afetadas. “Quando o seu, o seu sistema SIRESP, que o senhor criou, que o senhor decidiu, de que o senhor é autor, falhou no exato momento em que não podia falhar o Estado colapsou", acusou o deputado.
Luís Montenegro reiterou ainda a acusação de que “o Estado colapsou” a propósito do furto de material de guerra em Tancos, à recente fuga de informação num exame nacional de Português ou à exoneração de três secretários de Estado. “Quando há um ano o Primeiro-Ministro não tirou qualquer consequência política da conduta de membros do Governo que terão viajado a convite de uma empresa e um ano depois aceita a sua demissão, é a liderança do Governo que é atingida”, criticou, lamentando ainda que o Primeiro-Ministro não tenha pedido desculpa por ter feito “insinuações infundadas” a propósito da saída de capitais para ‘offshores' durante o executivo PSD/CDS-PP.
No que respeita à postura dos partidos que apoiam a atual solução governativa, o social-democrata acusou-os de “branqueamento político” no caso da comissão de inquérito à Caixa e ao aceitarem quase mil milhões de euros de cativações. “Quando aplaudem um Governo que faz o contrário do que disse, é a democracia que também está a colapsar”, declarou.
Mesmo em relação aos resultados económicos do atual Governo, o líder parlamentar do PSD atribuiu-os à “herança financeira e reformista” que receberam do anterior executivo, à conjuntura externa “extremamente favorável” e “à resiliência” do povo português. “O que vale a Portugal é o seu povo. Este governo é um “flop”, frisou o parlamentar, acrescentando que o país estaria “mais rico, mais próspero e mais justo” se PSD e CDS tivessem continuado a governar.

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