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“No último ano assistimos a uma evidente degradação na prestação de serviços públicos”
Segundo Luís Marques Guedes “degradação” é a palavra de ordem da esquerda na gestão dos serviços públicos.
“O brutal desinvestimento, e consequentes erosão e perda de qualidade dos serviços públicos, tem sido uma história de sucesso deste governo. Não há conto do vigário, azares, erro de perceção, ou outra história da carochinha, que escondam esta realidade: no último ano assistimos a uma evidente degradação na prestação de serviços públicos”. Foi com estas palavras que Luís Marques Guedes iniciou a sai intervenção no debate, agendado pelo PSD, sobre a Reforma do Estado e Acesso aos Serviços Públicos.
Segundo o deputado, essa degradação é o resultado das más escolhas e opções encapotadas, que foram tomadas. Dirigindo-se aos deputados da esquerda, o social-democrata recordou que na anterior legislatura afirmavam que «cortar nos serviços públicos da educação, na saúde, na segurança social, é destruir o que existe hoje, e garantir que amanhã não os há, para quem deles precisar» e acrescentavam que «cada vez que fazem um corte na despesa do Estado, diminuem a capacidade de produzir».
De seguida, o parlamentar referiu que se “degradação é a palavra de ordem na vossa gestão dos serviços públicos, na Reforma do Estado, naquilo que de estrutural ela significa, é de apagão, que temos de falar. Sabia-se à partida quão antagónicos são os modelos de sociedade e de Estado, defendidos pelos socialistas, e pelos partidos de ideologia comunista, aos quais se aliou. Na base do negócio que os juntou, esteve, não a realização de reformas, mas antes a sua reversão, e o retrocesso em políticas que resgataram o País da bancarrota. Foi no contra, que os senhores se puseram a favor. É claro que de uma maioria negativa, dificilmente se pode esperar uma governação positiva. Falta-lhe o básico, um projeto comum de sociedade”.
A terminar, Luís Marques Guedes elencou três perigosos exemplos das derivas no funcionamento do Estado, que o seu concubinato à esquerda vem patrocinando: a “OPA sindical ao Ministério da Educação”, a pouca consideração do Governo pela concertação e o atropelo ao regular funcionamento da Assembleia da República. Sobre este último exemplo, o mais grave de todos, o social-democrata afirmou que “de forma insidiosa, e com a conivência ativa do Presidente da Assembleia, é preciso dizê-lo, depois dos episódios de baixa política, tiques de autoritarismo e totalitarismo, a maioria ensaia agora a imposição de um clima de asfixia parlamentar, em que os elementares deveres constitucionais, da fiscalização dos atos do Governo, e até, o último reduto de direitos da oposição para a exercer, - os direitos potestativos - , são bloqueados e vilipendiados.
Quem assim age, quer reduzir o Parlamento a uma câmara de branqueamento dos erros, e de encobrimento das responsabilidades, na ação governativa. Quer asfixiar, a função da fiscalização do Governo, para que fomos eleitos. Saibam que não nos resignamos, nem pactuaremos com essa asfixia. Podem os senhores ufanar-se, de terem engendrado uma maioria aritmética, para ocuparem o poder. Podem usá-la, e até dela fazer arma, não para defender a transparência e a democracia, antes para proteger e salvaguardar, a todo o custo, esse exercício de poder, que tanto vos enebria. Mas quando se arrogam o mandato para esmagar direitos, e silenciar o escrutínio, por quem está na oposição, estão a dar um tiro no pé, e a automutilar-se. Não é a oposição que atingem. É a própria razão de ser do Parlamento, que os senhores asfixiam”.

23-02-2017 Partilhar Recomendar
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