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Segurança social: PSD defende uma reforma estrutural, ponderada e sem preconceitos
Adão Silva frisa que a intenção passa por acabar com os sobressaltos dos pensionistas e com a desilusão dos atuais contribuintes.
No segundo dia de debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, Adão Silva afirmou que o Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social não justificou a exclusão do aumento extraordinário de 10 euros as pensões de cerca de 1 milhão de portugueses, que são os pensionistas mais pobres. “Nós não queremos acreditar que seja por uma danada vontade de injustiça social e de insensibilidade social de vossa excelência. Embora seja verdade, que vossa excelência pertenceu a um Governo, em 2010, que sem haver troika, congelou generalizadamente todas as pensões, mas pensávamos que tinha aprendido”, declarou.
Dirigindo-se a Vieira da Silva, o Vice-Presidente da bancada do PSD frisou que os sociais-democratas concordam com o aumento extraordinário dos 10 euros para um milhão e meio de pensionistas. “Mas aquilo que nós perguntamos é isto: porque não a partir de janeiro? Vossas excelências dão a última parte dos 10 euros em agosto, e nós somos tentados a pensar: é que em agosto é véspera de eleições e nós não queremos pensar que é por estarmos em véspera de eleições autárquicas que vão dar esses 10 euros de aumento”.
De seguida, o parlamentar lembrou que não há dinheiro na segurança social e pediu uma reflexão profunda sobre o futuro da segurança social. “O senhor sabe que para 2017 as contribuições crescerão menos 260 milhões de euros do que o que estava previsto em 2016. Sabe que foi criado um imposto, de 160 milhões de euros, que fica consignado à segurança social. Isto é a confissão de que há um problema sério na segurança social. E têm previsto um corte de 1020 milhões de euros na segurança social e nas pensões”.
A terminar, Adão Silva questionou ao Ministro se não “está no tempo de darmos tranquilidade aos atuais pensionistas e de darmos confiança aos atuais contribuintes da segurança social, procedendo a uma reforma da segurança social. Uma reforma estrutural, ponderada, sem preconceitos, que acabe com os sobressaltos dos pensionistas e que acabe com a desilusão dos atuais contribuintes da segurança social”.
04-11-2016 Partilhar Recomendar
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