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Passos Coelho rejeita compromissos com quem “é revanchista” e “anda à pedrada”
O líder do PS frisou que se voltar a acontecer um “mal maior” será “ato deliberado” do Governo.
Pedro Passos Coelho rejeitou fazer compromissos com aqueles que "atiram pedras" às ideias do partido e rompe com as opções tomadas pelo anterior Governo, classificando este comportamento como "revanchista". No encerramento das jornadas parlamentares do PSD, em Coimbra, o líder social-democrata alertou que não esperem do partido "uma conversa cínica sobre compromissos".
"Não podemos fazer compromissos com quem é revanchista, nós fazemos compromissos com os portugueses e com quem quer fazer realmente compromissos e não com quem nos atira pedras todos os dias", disse, acrescentando que “quem quer compromissos não anda à pedrada, anda a ver com cuidado onde nos podemos entender".
Outro tema em que Passos Coelho rejeita “embarcar” são os pedidos para que o PSD apresente as suas propostas em relação ao Orçamento do Estado, sem que seja ainda conhecido o documento. “Não embarcaremos nesta onda que está a ser criada de começarmos a discutir o que não sabemos que vai ser proposto (…) Vamos deixá-los entenderem-se sobre a proposta que vão fazer ao país e nessa altura trataremos de discutir esse futuro mais imediato”, defendeu.
De seguida, Passos Coelho criticou a atuação do atual Governo e dos partidos que o apoiam, considerando que a solução governativa está "hoje bloqueada na capacidade de poder executar qualquer reforma" que traga melhores perspetivas para o futuro.
Além das críticas, o social-democrata deixou também uma acusação ao Governo de António Costa, afirmando que o Governo está a atrasar projetos de investimento público devido à falta de dinheiro. O Governo adotou a "conversa que podemos pagar menos impostos e que isso não custa nada aos cidadãos" e que "tudo pode correr melhor", mas "depois vemos a realidade e não corresponde com esta retórica". Passos citou vários casos de insatisfação que lhe foram relatados numa visita recente a Viseu para falar de "dezenas de projetos [de investimento público] que estavam previstos e cabimentados e não se realizam. Estão na gaveta porque não há dinheiro". O líder do PSD concretizou que a receita da contribuição rodoviária não está a ser afeta à Infraestruturas de Portugal, "que assim não pode fazer os projetos que estavam programados". Segundo Passos, o Governo está a "empurrar com a barriga" os projetos de investimento público.
O Governo aumentou o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) "como nunca no passado e tira-se o dinheiro do investimento público que estava programado, para sustentar a retórica que a austeridade acabou e que o governo é mais amigo das pessoas e teremos uma economia melhor".
Mas "afinal a economia está a crescer metade do registado no ano passado e o investimento a cair significativamente e o milagre do consumo não sustenta o crescimento económico", acusou Passos Coelho.
O líder do PSD acusou ainda o Governo de viver do "instantâneo, do dia-a-dia com uma fé inesgotável na capacidade de improvisar para lidar com o futuro".

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