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PSD desafia partidos que apoiam Governo a “chegarem-se à frente” e apresentarem o Orçamento
Luís Montenegro acusou ainda o Ministro das Finanças de “piromania política”.
O líder parlamentar do PSD desafiou hoje os partidos que apoiam o Governo PS a “chegarem-se à frente” e apresentarem a proposta de Orçamento do Estado para 2017, se necessário antes do prazo limite de 15 de outubro.
“Nada obriga a que se esgote o prazo, já que o PS, PCP e BE estão tão entusiasmados podem antecipar a apresentação do Orçamento, não há problema nenhum”, desafiou Luís Montenegro, na abertura das jornadas parlamentares do PSD, que decorrem hoje e na terça-feira em Coimbra.
Na sua intervenção, o Presidente da bancada social-democrata considerou não fazer sentido a pergunta sobre o que vai o PSD fazer em relação ao próximo Orçamento do Estado. “Não pode haver equívoco maior: o que o país precisa de saber é o que é que PS, BE e PCP vão fazer no OE (…) o que o país quer saber é se a proposta para 2017 vai ter a credibilidade que esta não teve”, disse.
De seguida, o social-democrata acusou o Ministro das Finanças, Mário Centeno, de “piromania política”, e pediu uma palavra de tranquilidade do primeiro-ministro sobre a possibilidade de Portugal ter de enfrentar um novo resgate. Em causa está uma entrevista do ministro Mário Centeno à cadeia televisiva norte-americana CNBC em que, questionado se “vai fazer tudo o que for necessário para evitar que Portugal tenha um segundo resgate", responde: "Essa é a minha principal tarefa. O compromisso que temos na frente orçamental e na redução da despesa pública é precisamente nessa direção".
“É devida ao Governo e ao Primeiro-Ministro uma palavra de tranquilidade sobre este assunto, o assunto é demasiado sério, coloca Portugal num radar prejudicial às famílias e empresas portuguesas”, desafiou Luís Montenegro, na abertura das Jornadas Parlamentares do PSD.
Para o Presidente da bancada social-democrata, “é muito sintomático” que esta posição tenha vindo daquele que “devia ser o portador de uma mensagem de confiança” na política económico-financeira do executivo PS. “Um ministro das Finanças não diz que está a tentar evitar, evita (…) É verdade que ele tem uma certa tendência para a piromania política”, acrescentou. Em 2011, Portugal recebeu um resgate financeiro de 78 mil milhões de euros da 'troika', num processo que envolveu vários cortes nos gastos e reformas, mas que permitiu ao país sair com sucesso do programa em 2014. “Deus nos livre de termos de passar outra vez pelo mesmo”, afirmou Luís Montenegro.

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