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Estado da Nação: PSD defende mais transparência e apoios para as regiões autónomas
Luís Leite Ramos, Paulo Moniz e Sara Madruga da Costa questionaram o Primeiro-Ministro.
Depois de Rui Rio ter questionado o Primeiro-Ministro sobre a política energética, nomeadamente o projeto da produção de hidrogénio em Portugal, Luís Leite Ramos insistiu no tema e enfatizou que o PSD duvida e questiona “a ligeireza com que a estratégia está a ser implementada, a imprudência associada e a falta de transparência”.

No debate do Estado da Nação, esta sexta-feira, o Vice-Presidente da bancada do PSD questionou ao Primeiro-Ministro se “vai ou não vai haver rendas excessivas no hidrogénio”. Para o deputado, “o hidrogénio é fundamental para a descarbonização e para a sustentabilidade”, contudo o PSD discorda do modelo definido pelo Governo que centraliza tudo em Sines.

Sobre a transparência, relativamente à construção desta central, Luís Leite Ramos questionou ainda como é que vão ser escolhidos os parceiros estratégicos do governo. “O governo vai ou não vai realizar um concurso internacional para escolher estes parceiros”, perguntou o deputado.

Já Paulo Moniz levou os problemas dos Açores a debate. O deputado recordou que, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, os Açores são a região mais afetada pelos efeitos do Covid e vão registar uma quebra do PIB entre os 15% e 25%.

Com o acordo alcançado no Conselho Europeu, que conseguiu estipulou uma mutualização da dívida, através da responsabilidade conjunta de todos os países, com uma taxa de juro historicamente baixa e com um prazo de 30 anos, Paulo Moniz quis saber se o Governo está disponível para assumir que os 400 milhões que os Açores vão ter de pedir emprestados possam ser incluídos nesses fundos de empréstimo europeu.

O social-democrata ofereceu ainda uma máscara com a bandeira dos Açores ao Primeiro-Ministro, na esperança de que quando o governante a usar se lembre dos problemas da região.

Sara Madruga da Costa aproveitou o debate do Estado da Nação para questionar o Primeiro-Ministro sobre o estado da relação entre o Governo da República e o Governo da Região Autónoma da Madeira. De acordo com a deputada madeirense, esta relação tem sido “marcada por muitos e sucessivos incumprimentos, por recorrentes adiamentos e incessantes inverdades no discurso político do Governo da República relativamente à Madeira. A questão da moratória da Madeira no âmbito do PAEF é um exemplo bem demonstrativo.”

De seguida, a social-democrata questionou se o Governo vai ou não conceder o aval como é devido e justo à Madeira, adiantando Sara Madruga da Costa que este aval “não tem encargos para o Governo e permitirá uma poupança anual de cerca de cinco milhões de euros à Madeira.”

Para a parlamentar, “é tempo de arrepiar caminho, de traçar um novo rumo e um novo relacionamento com os madeirenses. É tempo de virar a página, a Madeira merece respeito, merece diálogo, merece ser incluída na estratégia para os tempos difíceis que se avizinham”, sublinhou.
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