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Adão Silva: função do PSD é estar ao “serviço dos portugueses”
O Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD considera que "é preciso encontrar soluções no âmbito económico, no âmbito social, no âmbito político para que rapidamente Portugal reencontre os horizontes de esperança e de confiança".
Adão Silva, vice-Presidente do grupo parlamentar do PSD, considera que, no atual contexto de crise desencadeada pelo novo coronavírus, “desde o princípio, o Presidente do PSD deixou muito claro que o que era importante era encontrar soluções de grande âmbito, muito alargadas, para respostas aos desafios que aí vêm”.

Em declarações à Lusa, na véspera do debate do Estado da Nação, no Parlamento, Adão Silva destaca “a situação excecional” que estamos a viver. “Desde o princípio que ficou claro que nós somos um partido de oposição. A situação que transcorreu nestes últimos meses é uma situação excecional. O que é normal é o que aconteceu na primeira parte desta sessão legislativa, em que o PSD assume a sua posição de oposição”, afirmou.

O vice-Presidente do grupo parlamentar social-democrata refere que “o PSD não pode ter uma posição de obstinação no sentido de não ajudar a que se encontrem saídas boas, novos horizontes no futuro próximo”, porque “isso seria um exercício de dogmatismo, de fundamentalismo que o PSD não tem”, frisou, apontando que “é um partido ao serviço dos portugueses e de Portugal”.

Nesse sentido, “é preciso encontrar soluções no âmbito económico, no âmbito social, no âmbito político para que rapidamente Portugal reencontre os horizontes de esperança e de confiança e o PSD tudo fará para encontrar estas soluções de confiança e de esperança. Agora, evidentemente que o Governo não vai com certeza estar à espera de que o PSD se substitua ao próprio Governo neste encontrar soluções”, sublinhou.

Num balanço da sessão legislativa que agora termina, Adão Silva aponta que “esta sessão legislativa foi muito atípica, muito singular, porque foi uma sessão legislativa particularmente marcada pelo aparecimento da epidemia e depois pandemia, com todas as condicionantes económicas, sociais, políticas e até comportamentais da parte dos governantes e da parte dos cidadãos, que obviamente era de esperar”. “Foi sobretudo uma sessão legislativa de expetativa, de ansiedade e de tentar de alguma maneira combater um perigo iminente, um perigo que estava instante entre nós, e tudo isto condicionou muito aquilo que foi a sessão legislativa que agora acaba”, assinala.

No debate do Estado da Nação, Adão Silva salienta que o momento “exige” que o Governo preste contas da sua atuação face a pandemia, e do que pretende fazer daqui para a frente, sendo que “agora o grande desafio, que é depois da crise sanitária, a crise económica e a crise social”.

Mas não só, porque observa Adão Silva, “para lá destes trabalhos muito diretamente imbricados na pandemia, há outro conjunto de trabalhos políticos que foram feitos pelo Governo, decisões tomadas pelo Governo e que o PSD também quer ver aclaradas, porque nem tudo se subsumiu à pandemia”, entre os quais “a situação da TAP”, da banca, ou de “haver um conjunto de cidadãos que estavam em lista de espera no Serviço Nacional de Saúde e que afinal continuam com o seu problema de saúde atrasado e arrastado”.

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