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Cláudia Bento: “a eutanásia não é um ato médico, é uma violação da ética médica”
A deputada considera que “nunca poderá haver a garantia absoluta que o pedido da eutanásia é verdadeiramente livre e inequívoco”.
O debate das iniciativas da eutanásia fica marcado pela postura assumida pela direção do PSD de dar liberdade de votos aos seus 79 deputados. Com quarto intervenções no debate, duas a favor e dois contra a eutanásia, Cláudia Bento foi uma das deputadas a intervir e explicou as razões que a levam a votar contra as iniciativas que defendem a eutanásia.
A deputada afirmou que um dos argumentos a favor da prática da eutanásia reside na liberdade individual e no direito a morrer com dignidade. Contudo, adianta, convém relembrar que o ordenamento jurídico português já prevê várias destas diretivas antecipadas de vontade, designadamente sob a forma de Testamento Vital e a nomeação de procurador de cuidados de saúde.
Mas mais grave, no ponto de vista da deputada, é que “nunca poderá haver a garantia absoluta que o pedido da eutanásia é verdadeiramente livre e inequívoco, mas será sempre irreversível. Muitas vezes pode traduzir um estado depressivo, ou ser uma chamada de atenção por quem se sente abandonado ou se considera um peso para a família ou para a sociedade”.
De seguida, a parlamentar rejeitou a ideia de que a eutanásia liberta do sofrimento. “Não se elimina o sofrimento com a eutanásia. Com a morte elimina-se, sim, a vida da pessoa que sofre”.
Para Cláudia Bento os cuidados paliativos proporcionam uma resposta ativa e planeada aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, com intuito de prevenir o sofrimento que ela gera e proporcionar qualidade de vida a estes doentes e às suas famílias. “Na realidade, os cuidados paliativos falham e não chegam a 70% dos portugueses”, afirmou a deputada, acrescentando que “não é aceitável colocar a eutanásia como opção terapêutica quando o SNS se encontra tão frágil. Mais, a eutanásia não é um ato médico, é uma violação da ética médica”.
Lembrando que “uma vez decidida, não há como voltar atrás”, Cláudia Bento concluiu a sua intervenção afirmando que esperar que “Portugal continue a ser um testemunho na proteção da vida humana”.

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