A proibição da utilização do Glifosato voltou a ser tema de debate, esta sexta-feira, no Parlamento. Em nome do PSD, João Marques começou por recordar que o anterior Governo procedeu a uma alteração da rigorosa e exigente da regulamentação sobre a utilização de fitofármacos e estabeleceu novas exigências na sua utilização em meios urbanos. Nessa altura, lembra, passou a não ser permitido tratamentos fitossanitários com recurso a produtos fitofarmacêuticos. Agora, PAN e BE visam, mais do que proteger a saúde pública e garantir as boas práticas na utilização de substâncias químicas, manter uma batalha ideológica contra um só fitofármaco e contra as empresas que o fabricam. “Portanto, o PSD não pode acompanhar este tipo de motivações. A nossa motivação é e será sempre a do serviço publico, a da garantida de condições adequadas em termos de saúde pública para os cidadãos, sejam eles residentes em meios urbanos ou rurais. E neste sentido, apesar da proibição existente considerando que os serviços técnicos da administração pública têm capacidades a todos os níveis para eventualmente permitem alguma excecionalidade em ternos de utilização de fitofármacos, por exemplo, nas vias de comunicação. Preferimos esta abordagem de confiança nos técnicos do que a proibição absoluta proposta por pelos partidos proponentes”, sublinhou o parlamentar.
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