 |
|
 |
 |
|
 |
 |
 |
| Portugal tem que assumir como uma grande prioridade a aposta no desenvolvimento tecnológico e digital |
 |
| Afonso Oliveira entende que “temos que ter a ambição de lutar para que Portugal seja reconhecido como um dos principais motores de desenvolvimento de tecnologias digitais da Europa”. |
 |
Afonso Oliveira criticou a ausência do Governo no debate agendado pelo PS para discussão do tema da Transição Digital. Para o deputado, “a opção de não estar presente no debate coloca por terra a afirmação que a Transição Digital é um dos pilares da política do Governo. O Governo optou por não estar presente e essa decisão marca absolutamente o debate. O Governo colocou este tema com importância máxima na hierarquia do Governo e com enquadramento no Ministério da Economia. É importante e não está cá hoje”. De seguida, o social-democrata deixou vincada a posição do PSD: “é precisamente num tempo de grandes desafios e oportunidades, que Portugal tem que assumir como uma grande prioridade a forte aposta no desenvolvimento tecnológico e digital. Esta é uma oportunidade para Portugal, que não temos o direito de desperdiçar. Que o Governo não tem o direito de adiar, de não se empenhar ou de não colocar no topo da sua agenda. Para o PSD a importância da utilização de programas desenhados no quadro da União Europeia, tem que ser fortemente utilizados e o governo não pode demitir-se da sua responsabilidade de garantir que as empresas e os portugueses beneficiarão desses sistemas de incentivos”. Refere Afonso Oliveira que não podemos sequer pensar numa economia competitiva, atrativa, dinâmica e mais produtiva sem pensarmos numa forte aposta na revolução digital em curso. “Para o PSD temos que ter a ambição de lutar para que Portugal seja em 2030, reconhecido como um dos principais motores de desenvolvimento de tecnologias digitais da Europa, exportador de produtos e serviços de base digital, gerador de conhecimento, inovador e atrativo ao investimento externo.” Contudo, o parlamentar considera que não é com o comportamento dos socialistas que conseguimos alcançar tal objetivo. “É que o PS nos traz aqui hoje um conjunto de proclamações e intenções, mas o que importa é fazer. Nós bem sabemos que o verbo fazer cria muitas dificuldades ao PS”.
|
 |
|
 |
|
|
|
|
|
 |
 |
|
 |
|
| |
|
|
|
 |
 |
|
 |