Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças de Segurança teve uma execução de apenas 60%
Mónica Quintela culpou as cativações do governo por esta fraca execução e pelas suas consequências.
No seguimento de uma declaração política dos comunistas sobre administração interna, Mónica Quintela sublinhou que este é um tema da maior pertinência, até devido à manifestação que haverá esta quinta-feira, com pelo menos 10 mil efetivos da PSP e GNR, a reclamar junto da Assembleia da República pelas suas justas aspirações. De seguida, a parlamentar recordou que na anterior legislatura foi aprovada uma Lei-Quadro de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças de Segurança que teve uma execução de apenas 60%, consequência direta das cativações. Segundo a deputada, essa Lei permitia que atempadamente pudesse ser programada a saída dos efetivos da GNR e da PSP. “O que está a acontecer é que a maioria das saídas destes efetivos se dá devido à reforma. A generalidade destas aposentações poderia ter sido conciliada com novos efetivos que tivessem entrado”, afirmou a deputada. Tendo em conta esta realidade, Mónica Quintela questionou aos comunistas onde estavam durante a anterior legislatura quando se aprovou os Orçamentos do Estado e a política de cativação que deixou que isto chegasse a este estado.
João Marques deixou uma palavra de apreço e reconhecimento “às Instituições de Solidariedade, Fundações, Empresas, Associações e pessoas individuais e voluntárias que no terreno tudo fizeram para minimizar o sofrimento daquela população mártir”.
Adão Silva sublinhou que “as liberdades não têm uma amarração temporal objetiva” e que todos os dias celebramos a construção da nossa democracia e da nossa liberdade.