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Bruno Coimbra: governação recente ficou marcada por “intenções, anúncios e pouca concretização”
O parlamentar frisa que na área do ambiente é necessária uma governação corajosa.
No debate sobre o Programa do Governo e as suas intenções para a legislatura, Bruno Coimbra começou por dizer ao Ministro do Ambiente e da Ação Climática que o que deixa o PSD apreensivo “é que a sua governação recente não passou de muito mais que isso: intenções, anúncios e pouca concretização”. Segundo o deputado o Ministério pode ter a Ação Climática no nome, “mas isso por si só não capta carbono se não houver a coragem para afrontar, incomodar e para implementar as mudanças que se exigem na sociedade, na economia e nas outras áreas da governação”.
Para o social-democrata, na área do ambiente é necessária uma governação corajosa. “É fácil dizer que se governa para 2050, mas a estratégia tem de ser mensurável ao longo do tempo e não pode ter lacunas por onde a eficácia se esvai. E há lacunas várias: todos queremos reduzir as emissões, todos queremos descarbonizar a economia, mas o senhor meteu na gaveta os compromissos de curto prazo que tínhamos garantido no passado recente e continua a ser brando onde tinha de ser forte, como por exemplo no setor da energia ou mesmo na defesa do interesse nacional na relação com os nossos parceiros europeus”.
De seguida, Bruno Coimbra assinalou que no Programa do Governo vemos também a fiscalidade verde integrada na estratégia para a descarbonização assumida num quadro de neutralidade fiscal. Contudo, referiu o deputado, “como se não bastasse o seu governo ter sido o recordista da maior carga fiscal de sempre”, quando o Ministro assumiu o seu cargo “herdou a reforma da fiscalidade verde que dava sinais certos à economia e promovia comportamentos sustentáveis e que tinha como princípio base uma neutralidade fiscal real. Se hoje fala de fiscalidade verde e em neutralidade fiscal tem que dizer como, tem de dizer quanto e de que forma. E tem de se comprometer, pois nós vamos exigir a prestação de contas e a responsabilização por aquilo que anuncia mas contradiz, apresenta e depois adia”, concluiu o deputado.
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