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| “A Madeira merece tratamento institucional digno e imparcial” |
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| Rubina Berardo lembrou ao Primeiro-Ministro que “a Madeira é terra de gente livre”. |
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Por considerar que falar do Estado da Nação é também falar sobre autonomia e sobre a relação do governo com as regiões autónomas, Rubina Berardo levou as questões da Madeira ao debate com o Primeiro-Ministro. No entender da Vice-Presidente da bancada do PSD, no relacionamento de António Costa com a Madeira, a área dos transportes é das que mais têm sofrido à conta da inação do governo socialista. “Foi preciso ter eleições à porta para o PS mudar de posição sobre a revisão do subsídio de mobilidade. Adiaram durante 3 anos as reivindicações legítimas do povo madeirense. O senhor Primeiro-Ministro foi rápido para criticar a política salarial da TAP, mas sobre as práticas da TAP nas ligações entre madeira e continente nem uma sílaba”. Sobre esta temática, a social-democrata lembrou que é a região que suporta sozinha os custos integrais da operação que garante a ligação marítima entre madeira e continente, enquanto o seu governo de António Costa vai protelando o apoio. No que respeita ao Hospital, Rubina Berardo enfatizou que a necessidade de uma nova infraestrutura hospitalar na Madeira é reconhecida por todos. Contudo, adianta a parlamentar, após 4 anos, chegamos ao dia de hoje e o seu governo continua a adiar a promessa relativa aos 50% de financiamento do novo hospital da Madeira. “Deixe-se de subterfúgios e diga hoje qual o montante e a calendarização dessa promessa do seu governo”, desafiou a deputada. Rubina Berardo confrontou ainda António Costa com a questão dos juros. Recorda a deputada, que antes de ser Primeiro-Ministro, em março 2015, António Costa disse publicamente que não fazia sentido que a República não reduzisse as taxas de juro do empréstimo à Madeira, considerando as taxas mais favoráveis da República. “Esqueceu-se dessas declarações e hoje continua a lucrar imoralmente à custa deste empréstimo. São 60 milhões que o Estado lucra a mais com a Madeira”. “Estes são alguns dos exemplos de uma longa lista do cadastro socialista face a Madeira nos últimos 4 anos da sua governação. A Madeira não pode ser tratada como um mero alfinete no mapa cor-de-rosa que o senhor Primeiro-Ministro ambiciona, fazendo a população refém de um capricho eleitoral do PS. A Madeira merece tratamento institucional digno e imparcial. A Madeira é terra de gente livre”, declarou Rubina Berardo.
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