 |
|
 |
 |
|
 |
 |
 |
| António Costa Silva confrontou o Primeiro-Ministro com “a execução desastrosa” dos Fundos Comunitários |
 |
| O Vice-Presidente da bancada do PSD revela que há áreas com taxas de execução de 0%. |
 |
No debate sobre o Estado da Nação, António Costa Silva confrontou o Primeiro-Ministro com “a execução desastrosa” dos Fundos Comunitários. Com uma taxa global de execução de 35%, o Vice-Presidente da bancada do PSD enfatizou que a baixa execução dos principais fundos e programas de investimento tem reflexo direto no investimento público: Fundo de Coesão 21%, POSEUR e Programas Operacionais Regionais entre os 19% e 23%. “Encontramo-nos na reta final do Portugal 2020 e a taxa de execução dos fundos para os equipamentos sociais é zero. A taxa de execução nos equipamentos escolares pouco acima de zero. Na saúde pouco mais. Na execução das Infraestruturas empresariais e Científicas e tecnológicas também é zero. Qual é a desculpa”, questionou o deputado. De seguida, o social-democrata referiu-se às habilidades do governo quando as coisas correm mal. “Normalmente desculpa-se com o Governo anterior. Quando as coisas ainda correm pior, aquilo que o senhor Primeiro-Ministro costuma fazer é desaparecer, foge do país e vai férias. Aconteceu isso nos incêndios de 2017 e 2018. Mas mais recentemente descobriu uma nova habilidade, a do «atira-se para o chão». Faz lembrar aquele futebolista que entra na área, sente-se apertado pelos adversários, atira-se para o chão e grita penalti e o árbitro apita penalti”. Com esta triste realidade, em que os governantes “enganam alegremente os portugueses” ao mesmo tempo que o “país empobrece tristemente”, António Costa Silva perguntou ao Primeiro-Ministro como consegue justificar tanta incompetência.
|
 |
|
 |
|
|
|
|
|
 |
 |
|
 |
|
| |
|
|
|
 |
 |
|
 |