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| Para o governo o PCP passou a ser um “zero à esquerda” |
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| Álvaro Batista considera que se trata de uma “desconsideração” por um partido que tem sido “muleta do governo”. |
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Álvaro Batista entende que António Costa procurou criar uma “crise artificial, um golpe de teatro do governo para não ter de prestar contas aos portugueses”. Segundo o parlamentar, com esta atuação o governante pretende “não prestar contas das promessas por cumprir, pela negação da realidade, pelas faltas à verdade e para não se falar mais da família socialista tão amplamente espalhada pelo governo e pela administração pública”. De seguida, o social-democrata assinalou que este discurso do executivo é uma “desconsideração pelo PCP” que nos últimos 4 anos foi “muleta do governo”. Adiantando que o PCP deixou de contar para o governo, Álvaro Batista afirmou que apesar do PCP continuar a ser de esquerda, para o governo o PCP passou a ser um “zero à esquerda”. Enfatizando que a educação não são só professores, mas também estudantes, pais e escolas, Álvaro Batista afirmou que os problemas não se resolveram na escola pública nem desapareceram com esta crise política artificial. “O amianto continua nos telhados das escolas, os precários do ensino secundário continuam a não ser integrados, há escolas em que chove nas salas como na rua. O que temos na educação é isto: esquerda 4 Orçamentos do Estado, estudantes zero”.
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