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| “O PSD tem sido a mãe solteira que verdadeiramente criou o SNS ao longo destes 40 anos” |
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| Ricardo Baptista Leite recordou que foi o PSD que implementou o SNS por todo o território nacional, que integrou os serviços de saúde materno infantil, que aprovou a lei de Bases da Saúde e que pagou as dívidas deixadas. |
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“No último debate quinzenal o Primeiro-Ministro reiterou múltiplas vezes que o PS é o Pai do Serviço Nacional de Saúde (SNS). E reconhecemos que o PS esteve na conceção do SNS na medida em que aprovou um decreto nos idos anos 70. Mas se é verdade que o PS foi o pai do Serviço Nacional de Saúde, não é menos verdade que o PSD tem sido a mãe solteira que verdadeiramente criou o SNS ao longo destes 40 anos. O PSD implementou o Serviço Nacional de Saúde por todo o território nacional. O PSD integrou os serviços de saúde materno infantil. O PSD criou as carreiras médicas e das demais profissões. Foi o PSD que aprovou a lei de Bases da Saúde que se mantém em vigor há quase 30 anos sem que nenhum partido a tivesse posto em causa. E quando o PS, pai do SNS, não pagava a pensão de alimentos, lá estava o PSD – a tal mãe solteira do SNS – para pagar as dívidas deixadas para trás.” Estas foram as palavras iniciais de Ricardo Baptista Leite no debate da Moção de Censura ao governo. De seguida, o social-democrata reconheceu que, apesar de tudo isto, devemos reconhecer alguma intervenção do PS na construção do SNS: “foi pela mão do PS que se negociaram e inauguraram todas as parcerias público-privadas na saúde. E foi o PS que conseguiu em 2018 que o PCP e o Bloco votassem a favor de mais uma parceria público privada para a construção do prometido Hospital Lisboa Oriental.” Para o deputado, com esta realidade fica claro que todo o radicalismo típico da extrema-esquerda que agora domina o discurso do PS, toda a aversão do PS ao setor social e privado, “não passa de uma farsa, um golpe de teatro para desviar as atenções do colapso do Serviço Nacional de Saúde pelo qual são os responsáveis diretos.” O coordenador do PSD na área da saúde acusou ainda o governo de ter falhado. “Temos hoje menos capacidade de resposta no SNS do que no tempo da Troika. Os portugueses esperam mais de um milhar de dias por uma consulta e centenas de dias por uma cirurgia, ultrapassando largamente todos os prazos clinicamente aceitáveis, empurrando assim os utentes para o privado.” A terminar, Ricardo Baptista Leite declarou que pela gravidade da situação que se vive na saúde em Portugal “precisamos que o PS assuma que falhou e que ative de imediato um plano de emergência nacional para salvar o Serviço Nacional de Saúde.”
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