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“Políticas públicas atuais têm falhado na redução da pobreza e das desigualdades sociais”
Clara Marques Mendes frisou que precisamos de uma geração de políticas que promovam a economia, que enfrentem a demografia e que afrontem a pobreza e desigualdades sociais.
“A pobreza e as desigualdades sociais são, ainda hoje, em pleno século XXI, um problema central da sociedade portuguesa. Um problema que atinge muitas pessoas e que compromete a nossa cidadania. É certo que o risco de pobreza, em geral, tem vindo a diminuir desde 2014, desde que a economia voltou a crescer e o desemprego retomou uma trajetória descendente. Mesmo assim, a pobreza é enorme, em especial a pobreza infantil, a pobreza na população idosa e a pobreza no seio dos pensionistas e reformados. Alias, no que diz respeito à população idosa, reformados e pensionistas, a pobreza tem vindo a agravar-se. Isto é preocupante, alarmante e inaceitável.” Foram estas as palavras iniciais de Clara Marques Mendes, esta quarta-feira, no debate referente ao “combate à pobreza e desigualdade - uma prioridade social”.
Reconhecendo que com a redução do desemprego as desigualdades sociais tendem a diminuir, Clara Marques Mendes adiantou que são ainda “demasiado gritantes as diferenças entre os que ganham muito e os que ganham muito pouco, o que mina seriamente a coesão e justiça social e a dimensão ética do nosso desenvolvimento”.
De seguida, a parlamentar vincou que há duas realidades que não podemos encobrir: “a primeira é que não podemos desistir, resignar ou abrandar o esforço de redução da pobreza e das desigualdades sociais; a segunda é que as políticas públicas atuais têm falhado seriamente neste combate que deve ser estratégico e estruturante”.
Para a deputada, falha a política de crescimento económico deste o governo, falha a política de saúde, falha a política de rendimentos deste Governo e falha ainda a política de habitação. “É contra estes falhanços que erguemos a nossa voz. É contra a hipocrisia do discurso oficial que manifestamos a nossa contestação. É contra as políticas que matam o elevador social, impedindo as famílias de subir na vida, que acrescentamos o nosso sentimento de indignação.”
Tendo em conta esta realidade, Clara Marques Mendes enfatizou que combater a pobreza e as desigualdades sociais é seguramente um desígnio nacional. “Firmar um compromisso nacional ou um pacto de regime em torno deste desígnio nacional terá sempre a nossa abertura e disponibilidade. Mas nunca, mesmo nunca, com base nas ideias erradas e nas políticas erradas que atualmente se desenvolvem. É tempo de mudar de vida: mudar o discurso para que a seriedade se sobreponha à hipocrisia; mudar a prática política para que a ambição se imponha à resignação; mudar as orientações para que o país não seja europeu apenas pela geografia, mas também pela economia; mudar as políticas para que a consciência social deixe de ser uma mera e inconsistente flor na lapela.”
A terminar, Clara Marques Mendes frisou que precisamos de uma geração de políticas que promovam a economia, que enfrentem a demografia, que afrontem a pobreza e desigualdades sociais. “O que precisamos é de uma geração de políticas que tenham uma outra dimensão ética, uma outra dimensão de cidadania”, rematou a deputada.
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