Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata
Facebook Twitter YouTube Sapo Vídeos Flickr instagram
Home Agenda Actualidade Deputados Direcção Galeria Contactos RSS
Plenário/Audiências/Comunicação Social/Comissões
Notícias/Plenário/Comissões
Por nome/Por comissão/Por círculo
Presidente/Direcção
Vídeos/Fotografias
 
“Aguardar 1000 dias por uma consulta é fortalecer o SNS?”
No debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, Fernando Negrão lamentou que António Costa não “sinta vergonha de ter feito parte do governo que deixou o país em bancarrota”.
No debate quinzenal com o Primeiro-Ministro sobre “políticas sociais”, Fernando Negrão começou por saudar António Costa por “finalmente” levar a debate o Serviço Nacional de Saúde.
No entender do líder parlamentar do PSD, o facto de o Primeiro-Ministro abordar este tema é a “confirmação de tudo o que temos denunciado ao longo dos vários debates quinzenais”.
Dirigindo-se a António Costa, o social-democrata questionou se para o governante “aguardar 1000 dias por uma consulta é fortalecer o SNS? Arrastar as obras da ala pediátrica do hospital São João no Porto é fortalecer o SNS? Fechar a urgência pediátrica do hospital Garcia de Orta por falta de médicos especializados é fortalecer o SNS? Qual a razão de só no fim da legislatura ter apresentado a Proposta de Lei de Bases do SNS?” Para Fernando Negrão, todos estes comportamentos do executivo são bem reveladores da forma como António Costa e o PS amam o SNS.
De seguida, o líder da “bancada laranja” centrou a sua intervenção nos números de vítimas de violência doméstica. Depois de 9 mulheres já terem sido vítimas de homicídio no âmbito da violência doméstica durante o mês de janeiro, o parlamentar enfatizou que “o que está a acontecer não pode continuar a acontecer. Como dizia ontem o diretor do jornal Público, «os bárbaros existem entre nós». Para lá do que foi feito nesta casa, onde há um amplo consenso nestas matérias, há que fazer mais e é necessário fazer mais. Temos de mobilizar e pôr em articulação as forças de segurança, o Ministério Público, os tribunais, as estruturas ligadas à proteção das crianças. Temos de criar alertas eficazes”. A António Costa o social-democrata questionou o que é que o governo pretende fazer.
A situação da Venezuela foi outro dos temas levado a debate por Fernando Negrão. Recordando que a Venezuela vive hoje circunstâncias muito difíceis, na procura de eleições livres e de dignidade para o seu povo, o parlamentar afirmou esperar que este seja um processo pacífico. Contudo, adiantou o deputado, como podem ocorrer dificuldades, Fernando Negrão quis saber se o governo tem planeado algum plano de contingência, de âmbito nacional ou europeu, para ajudar os 400 mil portugueses que vivem na Venezuela.
Fernando Negrão confrontou ainda António Costa com o sector da ferrovia. Referiu o social-democrata que as 4 automotoras alugadas a Espanha vão custar 4,6 milhões de euros e a última automotora só chegará a Portugal em 2022. “São todas da mesma série da que perdeu um motor na Linha do Minho. A justificação para a automotora ter perdido o motor em andamento: «fadiga do material». E é de facto fadiga: foram construídas entre 81 e 84, e já fizeram milhões de quilómetros em Espanha, tendo sido envidas já em final de vida útil para Portugal. Desta forma, o governo garante a segurança dos utentes da ferrovia?” Tendo em conta a resposta do Primeiro-Ministro, Negrão lembrou a António Costa que é “Primeiro-Ministro há 3 anos” e que “tinha obrigação de ter este problema já resolvido e de não se desculpar com os governos anteriores”.
Após referência de António Costa à “herança”, o líder parlamentar do PSD lamentou que o governante não tenha especificado “a que herança se referia” e ironizou dizendo que tem “a certeza que era da bancarrota em que [o PS] deixou o país.” E voltou a questionar: “depois de ter recuperado o país de estado da bancarrota em que os senhores nos deixaram, não é altura de pedir desculpa pelo estado em que deixaram país?” A concluir este tema, Fernando Negrão lamentou que António Costa não “sinta vergonha de ter feito parte do governo que deixou o país em bancarrota”.
A terminar, Fernando Negrão confrontou António Costa sobre as promessas incumpridas de ajuda às vítimas do incêndio de Monchique e questionou se o António Costa pode “garantir, como fez o Ministro das Finanças, que os portugueses não vão meter um tostão na CGD.”

06-02-2019 Partilhar Recomendar
17-04-2019
Deputados do PSD questionam o governo sobre as condições no Hospital de Cantanhede
    Os parlamentares reclamam “melhores condições e meios” para o Hospital Arcebispo João Crisóstomo.
16-04-2019
Violência Doméstica: Ângela Guerra defende a importância de consensos políticos
    A parlamentar frisou que o Parlamento tem a responsabilidade de dar resposta a todas as vítimas deste crime.
16-04-2019
Violência Doméstica: “é preciso mais luta contra o luto”
    Sandra Pereira apresentou 5 iniciativas do PSD para combater este flagelo.
16-04-2019
Brexit: Projeto de Resolução do PS “é uma crítica clara ao Governo”
    Carlos Gonçalves considera que o PS não está confortável com o trabalho que o Governo desenvolveu nesta matéria.
12-04-2019
Centros de Responsabilidade Integrada: governo nada fez nos últimos quatro anos
    Luís Vales defendeu um futuro em que os Centros de Responsabilidade Integrada sejam efetivamente disseminados nos hospitais do SNS como um novo modelo de gestão potenciador de mais valor em saúde.
12-04-2019
“Governo parece cada vez mais desejar o confronto com os profissionais de saúde”
    Ângela Guerra enfatizou que o PSD não pactua com esta visão do governo “que desconsidera os profissionais de saúde”.
10-04-2019
“O PS não tem noção da destruição que deixou no país e em que deixou os portugueses”
    Duarte Marques criticou a “desonestidade intelectual” dos socialistas e lamentou que não valorizem o esforço feito pelos portugueses.
05-04-2019
“Bloco de Esquerda apoia um governo que já injetou mais de 8 mil milhões de euros nos bancos”
    A acusação foi deixada por António Leitão Amaro no debate sobre alterações aos códigos fiscais.
05-04-2019
Previsibilidade fiscal: mais uma promessa socialista que não foi cumprida
    Cristóvão Crespo refere que, em média, o governo muda a lei a cada 3 ou 4 meses.
05-04-2019
“Em 2017 o PSD travou uma proposta do PS que representava uma verdadeira borla fiscal à banca”
    Inês Domingos recordou que em causa estavam alterações ao tratamento dos ativos por impostos diferidos.
Seguinte Último
Galeria Vídeos
Galeria Fotos
Intranet GPPSD
Dossiers Temáticos
Canal Parlamento
Agenda
Newsletter
Submeta a sua Notícia
Links
Partido Social Democrata
Instituto Francisco Sá Carneiro
Grupo Europeu PSD
Juventude Social Democrata
Trabalhadores Social Democratas