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“Este é um Orçamento com a marca do eleitoralismo”
Adão Silva acusou o governo e a esquerda de tentarem iludir os portugueses e de ignorarem que o Orçamento deve ser um instrumento de construção do futuro de Portugal.
“Pode o senhor Ministro das Finanças nega-lo, mas este é um Orçamento com uma marca: a marca do eleitoralismo. Eleitoralismo do Governo, do Partido Socialista, do Bloco de Esquerda e do PCP. Todos à canelada, às vezes às claras, às vezes por baixo da mesa. Todos a pensarem sobretudo nos seus proveitos eleitorais de outubro de 2019. Todos a esquecerem o papel essencial que deve ter qualquer orçamento rigoroso, digno e transparente: ser um instrumento de construção do futuro de Portugal e de todos os Portugueses.” Foi com esta reflexão que Adão Silva iniciou a participação do PSD no debate, na generalidade, do Orçamento do Estado para 2019.
De seguida, o Vice-Presidente da bancada do PSD frisou que este é apenas um orçamento do eleitoralismo em companhia de responsabilidade limitada. “A palavra de ordem deste orçamento é iludir. Iludir os Portugueses, até onde for possível, porque, depois de outubro, acabam as ilusões e quem vier que feche a porta. Depois de outubro de 2019, chegará a fatura das ilusões com as quais se sustenta a gerigonça. Tudo na melhor cepa socialista. Tudo como aconteceu no orçamento do ano eleitoral de 1999 com António Guterres. Tudo e muito mais, como aconteceu no orçamento de 2009 com José Sócrates. O PS é useiro e vezeiro em prometer mundos e fundos, na véspera das eleições, para depois meter Portugal no fundo, no buraco, sobrando para os portugueses a austeridade”.
No que respeita ao PSD, o parlamentar declarou que os sociais-democratas não querem que os Portugueses voltem a cair nas armadilhas dos Orçamentos Eleitorais Socialistas e nos interesses míopes dos seus parceiros de governo. “Que fique bem claro: nestas negociatas da gerigonça, os Portugueses não podem ser uma pechincha, uma moeda de troca. Nós, PSD, temos a certeza que os Portugueses aprenderam com os erros dos governos socialistas do passado e não vão cair nesta cartilha de ilusões desencontradas que é o Orçamento de 2019. Nós temos a certeza que os Portugueses não aceitam esta política da «chapa ganha chapa gasta», onde o futuro fica adiado. Nós temos a certeza que os Portugueses abominam as vossas aldrabices em torno do real valor do défice, ou das pensões antecipadas, ou do imposto sobre os combustíveis, ou ainda, das carreiras dos professores”.
“Temos também a certeza que os Portugueses estranham que este Orçamento diga pouco ou nada sobre: a criação de emprego que vai abrandar; o estímulo à poupança, que é a base do crescimento; o apoio às empresas, tão detestadas pelo Bloco de Esquerda e pelo PCP, mas que são o lugar onde nasce o emprego, a riqueza e a prosperidade de Portugal. Temos também a certeza que os Portugueses não toleram mais: a degradação nos transportes públicos; a indignidade das condições do trabalho nos Tribunais e das Forças de Segurança; as trapalhadas na Educação, nomeadamente, na suposta Educação inclusiva; a demora de meses e meses para receberem a pensão de velhice; as crescentes listas de espera em consulta e cirurgia no Serviço Nacional de Saúde, porque, afinal este não é prioridade neste Orçamento; o aumento continuado e manhoso dos impostos indiretos, que todos pagam, de forma injusta; Dr. Centeno, temos a certeza que os Portugueses e os serviços públicos não toleram mais a guilhotina das suas cativações, que são a suprema e refinada política de ilusões deste governo”.
A terminar, Adão Silva dirigiu-se diretamente ao Ministro das Finanças e questionou se com este Orçamento Eleitoral para 2019 o governante “vai outra vez, como no passado aconteceu, iludir e enganar os Portugueses, até às Eleições Legislativas, apostando no imediato, no presente, esquecendo o futuro de Portugal”.
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