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Os portugueses não podem confiar na palavra do Primeiro-Ministro
A propósito do Infarmed, Fernando Negrão lembrou a António Costa que “quem não tem palavra não tem credibilidade”.
O líder parlamentar do PSD acusou hoje o Primeiro-Ministro de “faltar à palavra” sobre a mudança do Infarmed para o Porto. No debate quinzenal com António Costa, Fernando Negrão frisou que o recuo do governo faz com que o Primeiro-Ministro tenha “faltado com a palavra aos portugueses”, depois de ter assegurado na Assembleia da República, por cinco vezes, num debate quinzenal ainda com o anterior líder da bancada do PSD Hugo Soares, que a intenção do Governo era que o Infarmed fosse para o Porto.
Dirigindo-se a António Costa, o social-democrata frisou que esta mudança de posição do executivo é da responsabilidade do líder do governo. “Isto prova que os portugueses não podem confiar na sua palavra. A palavra do Primeiro-Ministro tem agora um valor muito relativo. Palavra dada palavra honrada, só quando lhe dá jeito. O senhor não honrou, não cumpriu e não respeitou a sua palavra e isso mina a sua credibilidade como político. Quem não tem palavra não tem credibilidade”, sublinhou.
Depois de escutar o governante a desculpar-se com a comissão da descentralização, Fernando Negrão afirmou que quanto mais António Costa “se explica mais se enterra. Não transforme a comissão para a descentralização no caixote do lixo dos insucessos do governo”, apelou o deputado.
De seguida, o líder da “bancada laranja” focou a sua intervenção na situação da ala pediátrica do Hospital de São João, criticando a opção do Governo de abrir um concurso internacional e referindo que “este processo tem sido conduzido com falta de respeito pelas crianças”.
“Será um ano para abrir concurso, mais um ano para escolher o vencedor, outro para as reclamações, outro para concretizar as obras. Será que as crianças do Porto vão ter de esperar pelo menos mais cinco anos?”, questionou o deputado.
Sublinhando a falta de sensibilidade social manifestada pelo Primeiro-Ministro, o social-democrata pediu uma “solução excecional” para este caso, que poderia passar por uma revisão do projeto e a contratação por ajuste direto.
Fernando Negrão aproveitou ainda por deixar uma palavra de respeito e admiração ao deputado Carlos Costa Neves que se prepara para abandonar o Parlamento.

26-09-2018 Partilhar Recomendar
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