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| Nilza de Sena: “não há Ministro no Ensino Superior” |
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| A deputada considera a intervenção do governante “cheia de generalidades, banalidades e distrações”. |
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Na Interpelação ao Governo sobre “precariedade na Ciência e Financiamento do Ensino Superior”, Nilza de Sena considerou que a intervenção inicial do Ministro estava “cheia de generalidades, banalidades e distrações”. Dirigindo-se ao governante, a deputada lançou o desafio para que o Ministro fale de precariedade. De acordo com a deputada, há uma lei aprovada e há uma prática que contorna essa Lei. “Porque é que há instituições a contornar a Lei? Porque o governo se comprometeu a transferir verbas para as Instituições de Ensino Superior para poder cumprir a Lei e até agora zero”. A própria FCT, recorda Nilza de Sena, também diz que o emprego científico é fundamental, mas depois não cumpre a Lei do emprego científico. Resumindo, a social-democrata refere que o governo prometeu, criou expectativas, “foram enganando as pessoas e eu pergunto quantos precários já foram integrados no Estado? A resposta é: nenhum. Há quase mais 20 mil contratos a prazo”. A terminar, Nilza de Sena recordou que o Ministro do Ensino Superior tem 55 milhões de euros no Orçamento para emprego científico e não gastou um único cêntimo. “Não há milagre económico nenhum, não há Ministro no Ensino Superior e também não há Santo Centeno”, rematou.
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