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“O Governo parece esquecer a importância de criar condições para que os portugueses jovens não deixem o país”
Nilza de Sena considera que é crucial inverter o quadro demográfico preocupante que faz de Portugal o 6º país mais velho do mundo.
Nilza de Sena revelou que quando o Grupo Parlamentar do PSD entendeu agendar o debate sobre Políticas para a Infância e Natalidade, fê-lo por considerar crucial inverter o quadro demográfico preocupante que faz de Portugal o 6º país mais velho do mundo e 5º país mais velho da Europa.
De acordo com a deputada, esta é uma matéria que deve ser equacionada como desígnio nacional, como tal, ninguém estranhará que o PSD, defensor de uma sociedade humanista, se preocupe como sempre se preocupou com esta matéria. “Temos bem presente que é preciso apoiar os portugueses para que possam decidir ter filhos e não adiem o segundo filho. É por isso fundamental apoiar esses casais por via prestacional, garantir a gratuitidade, gradualista, de acesso aos equipamentos. Todos sabemos também quão imperiosa é a flexibilidade laboral, no sentido de permitir maior conciliação entre trabalho e família, ou mesmo a sensibilização das empresas para a responsabilidade social que representa ter creches”.
Destacando a importância da estabilidade das políticas, a deputada frisou que “é a confiança num ambiente favorável que tem um efeito estruturante e sustentável na natalidade e é isso que Portugal tem de fazer. Mas o nosso atual sistema de apoios não favorece o segundo e terceiro filhos. E a instabilidade das políticas também não”. Assim, adianta a deputada, “é preciso coragem para mudar de política e vistas largas para perceber o alcance do investimento”.
“Mas preocupa-nos a inação. Assusta ver a inércia. É confrangedor a navegação à vista nas escolhas políticas deste governo e de todos os partidos que o suportam. Quem leia as grandes opções do plano do atual governo, encontra no ponto 5 a necessidade de «reagir ao desafio demográfico». Lê-se que «Portugal distingue-se pelas piores razões (…)» e que «sem alteração de políticas, Portugal viverá uma pesada retração da sua população global e da sua população em idade ativa». Por isso, «a ação do governo deve abranger: a natalidade, criando condições públicas para o exercício da parentalidade responsável e promovendo a conciliação trabalho-família; o retorno de emigrantes e a atração de imigrantes». Destas 3 apostas o governo escolheu o caminho mais fácil que é a legalização rápida de imigrantes. O Governo parece esquecer a importância de criar condições para que os portugueses jovens, não deixem o país. 100.000 jovens saíram, apesar do «milagre económico»”.
Dirigindo-se a todas as bancadas partidárias, Nilza de Sena sublinhou que uma política de natalidade com efeitos estruturais e de longo prazo só se faz com vontade de compromisso, com uma política integrada que compatibilize de forma coerente os contributos de todos os partidos parlamentares. “Tenhamos a capacidade, o País exige que deixemos preconceitos enquistados, rivalidades estéreis para remar todos para o mesmo lado. O PSD deu, uma vez mais, o pontapé de saída com ideias concretas. Cabe aos partidos do governo não se deixarem ficar contraídos na mesquinhez ideológica ou na redoma da decisão tática”.

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