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| Sara Madruga da Costa assinala “hipocrisia, cinismo e oportunismo” do BE |
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| Em causa “a súbita alteração de posição” dos bloquistas em relação ao ISP. |
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“Só há uma explicação para a súbita alteração de posição do Bloco de Esquerda em relação ao Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP). Hipocrisia, hipocrisia, cinismo e oportunismo, numa triste e vã tentativa de iludir o povo e os portugueses perante este brutal aumento dos combustíveis”. Foi com estas duras palavras que Sara Madruga da Costa assinalou a mudança dos bloquistas no debate sobre os combustíveis. De acordo com a deputada, o BE sentiu necessidade de vir agora “de mansinho” fingir ser opositor ao governo e propor a eliminação do ISP, “quando aprovou com o seu parceiro de governo esta solução de aumento do imposto sobre os produtos petrolíferos em 2016, 2017 e 2018. O BE já teve outras oportunidades para contribuir para a eliminação deste imposto, mas optou sempre por apoiar o governo e chumbar a sua eliminação. Ainda há duas semanas atrás o BE defendia a discussão desta matéria no Orçamento do Estado”. Tendo em conta esta postura, a social-democrata frisou que os portugueses perguntam porque motivo mudou o BE de opinião. “Qual a razão para a aparente alteração de posição do BE? Porque motivo o BE decidiu hoje ser oposição ao governo, quando ainda ontem foi parceiro e a deputada Catarina Martins esteve reunida com o governo naquela que foi a primeira reunião de negociação do orçamento do estado para 2019? Será que a eliminação deste imposto injusto será discutida apenas hoje numa mera encenação teatral de oposição por parte do BE?” Dirigindo-se aos bloquistas, Sara Madruga da Costa assinalou que “esta permanente contradição e fingimento é o conhecido oportunismo político de um partido que tem duas caras, que numa hora é oposição e noutra hora é governo. É o conhecido método do socialismo, de dizer sim quando é não e não quando é sim”. Recordando que mais de metade do preço dos combustíveis resulta de taxas e impostos aprovados pelo BE e do caminho escolhido por este governo, a deputada enfatizou que “o PSD foi sempre contra este caminho e contra esta forma encapotada de austeridade”.
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