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| Fundos Comunitários: governo deve ter uma posição firme e defender com intransigência os interesses de Portugal |
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| Ana Oliveira considera que a proposta apresentada pela Comissão Europeia não favorece Portugal. |
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Ana Oliveira reconheceu, esta quarta-feira, que as negociações do próximo Quadro Financeiro Plurianual decorrem em circunstâncias especiais, sobretudo devido à saída do Reino Unido da União Europeia. No debate sobre “Fundos Europeus, coesão social e territorial”, a deputada referiu que que a proposta apresentada pela Comissão Europeia não favorece Portugal. “Reduz o montante atribuído às verdadeiras políticas de solidariedade, à Política de Coesão e à Política Agrícola Comum”. Lamentando a ausência do executivo no debate, a parlamentar sublinhou a importância de uma posição firme do executivo, no sentido de defender com intransigência os interesses de Portugal. “O Governo deverá também relembrar à Comissão Europeia que na sua proposta é referido que o próximo Quadro Financeiro Plurianual deverá alinhar melhor o financiamento disponível com as prioridades políticas atuais da União que garantam, nomeadamente uma União Europeia inclusiva, que protege os direitos sociais”. A terminar, Ana Oliveira enfatizou que o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, se for devidamente implementado, “permite dar resposta a estes desafios atuais e futuros.
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