No debate sobre “Fundos Europeus, coesão social e territorial”, António Costa Silva sublinhou que “aceitar estes cortes na política de coesão é um erro para Portugal” e algo que o PSD não pode aceitar. De acordo com o social-democrata, estamos a falar num corte de cerca de 7% nos Fundos Europeus para Portugal, quando comparados com a programação anterior. “São mais do que evidentes as incongruências existentes. O PSD defende uma União Europeia coesa do ponto de vista territorial e social. O PSD defende uma União Europeia mais unida e mais competitiva. O PSD defende uma União Europeia mais segura e mais solidária. Por isso, estas políticas não defendem os europeus, não defendem os portugueses”. De seguida, o Vice-Presidente da bancada do PSD enfatizou que “cortar na política de coesão é claramente errado. Como se explica que uma política que é reconhecida por todos, que tem funcionado bem, que tem incrementado o produto interno bruto entre os diferentes países esteja sujeita a estes cortes que afetam essencialmente os países mais frágeis e as regiões mais pobres?” A terminar, o social-democrata centrou-se na iniciativa do CDS, que rejeita a criação de impostos europeus, para defender a necessidade da União de obter mais receita, sem que esse esforço recaia sobre os contribuintes. “É preciso encontrar novas formas de financiamento para o orçamento europeu”, rematou o deputado.
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