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Caminho proposto pelo governo atrasa o desenvolvimento do País
Fernando Negrão sublinhou que o Programa de Estabilidade apresentado pelo governo é, na verdade, um “Programa de Instabilidade”.
“Se adotarmos o caminho proposto pelo Governo, daqui a cinco anos Portugal estará mais atrasado do que hoje em relação à média comunitária”, destacou, esta terça-feira, o Presidente do Grupo Parlamentar do PSD no debate a propósito do Programa de Estabilidade. “Este é o programa de instabilidade”, referiu o social-democrata, justificando a sua afirmação com o facto de o executivo não honrar a própria palavra.
Defendendo que o caminho deve ser diferente do apresentado pela atual solução governativa, Fernando Negrão apontou que, para o PSD, o trabalho deve passar pelo desenvolvimento de “reais reformas estruturais por forma a criar medidas de estímulo ao investimento, às exportações, à produtividade, à criação de emprego mais qualificado e melhor remunerado, aumentando o valor acrescentado e dinamizando a inovação”. Para o social-democrata, “só assim” será possível a Portugal deixar “o pelotão dos países que menos crescem na União Europeia” e, por conseguinte, “passar a pertencer ao grupo de países que mais cresce”.
O líder da bancada deixou, assim, críticas ao Executivo, uma vez que privilegia a “passividade” ou a “facilidade”. “O crescimento de 2,3% assinalado pelo Governo não se deve a reformas por ele levadas a cabo, mas sim ao poder de arrastamento da economia mundial”, referiu. “Quanto ao IRC, faz e fará sempre o contrário daquilo que deve”, disse, salientando aumentos que parecem estar a penalizar “as empresas que mais investem, mais crescem e mais postos de trabalho criam”. Por isso, destacou: “isto tem um significado, é dizer às empresas que não cresçam”.
Fernando Negrão acusou ainda PCP e BE de estarem reduzidos à discussão de “décimas do défice orçamental”, “uma vez que já se encontram rendidos às políticas de austeridade”.

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