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| Pedro Roque alerta para as complicações das Forças Armadas no combate às calamidades |
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| O social-democrata fala numa equação difícil de preencher: menos gente nas Forças Armadas e mais missões. |
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Pedro Roque enfatizou, esta quarta-feira, que as questões relacionadas com a Defesa Nacional são fundamentais e determinantes. No seguimento de uma declaração política do CDS sobre esta meteria, o social-democrata afirmou que como função de soberania, esta é uma área em que normalmente existe consenso entre os grupos parlamentares no sentido de apoiar as Forças Armadas. No que respeita ao furto de Tancos, tema abordado pelos centristas, o parlamentar comparou este acontecimento a uma rábula de Raúl Solnado, não só pelas circunstâncias que rodearam o furto, mas também pela forma como o material foi recuperado. De seguida, e a propósito do número de efetivos, o deputado recordou que para lá da sua missão militar pura, as Forças Armadas passaram a ter a missão de auxiliar no combate às calamidades. Referindo-se aos trágicos acontecimentos de 2017, Pedro Roque lembrou que o relatório da Comissão Técnica Independente “diz que o papel das Forças Armadas ficou aquém do desejável”. Tendo em conta a atribuição às Forças Armadas deste papel no combate às calamidades, associada à dificuldade de atração e manutenção de efetivos, o social-democrata questionou à bancada centrista como é que vê esta equação difícil de preencher: menos gente nas Forças Armadas e mais missões para as Forças Armadas.
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