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Europa: discurso do governo varia conforme a plateia que tem pela frente
Rubina Berardo considera que a “espargata que o governo tenta fazer entre as conversas que tem no Conselho Europeu e as conversas que tem com os seus parceiros de governo não é recomendável nem credível”.
Rubina Berardo confrontou o Primeiro-Ministro, esta quinta-feira, no debate sobre as prioridades da presidência da Bulgária no Conselho da União Europeia e preparatório do Conselho Europeu. Na sua intervenção, a Vice-Presidente da bancada do PSD começou por afirmar que “Portugal precisa de aprofundar o debate sobre política europeia”. Segundo a deputada “tornou-se hábito falar-se que vamos gerindo uma crise para entrar noutra crise. A financeira, a crise humanitária, a crise migratória, a crise securitária, mas é útil entrar no âmago etimológico da palavra crise. E os gregos remetiam a palavra crise para o momento de decisão. Ou seja, precisamos de mecanismos expeditos e claros para responder a essas crises, sabendo que essas decisões que tomamos, invariavelmente, moldam o futuro que teremos”.
Da Grécia antiga para a da modernidade, a parlamentar recordou que no calendário europeu aproxima-se uma boa notícia: a Grécia caminha para a saída do seu programa de ajustamento, após 8 anos extremamente duros para a sua população. Neste âmbito, adianta, foram reveladoras as declarações do Primeiro-Ministro grego que disse que Portugal era um exemplo positivo que dava esperança à Grécia. Mas Tsipras não se estava a referir ao seu trabalho, estava-se a referir ao exemplo de Portugal por ter saída mais cedo do programa de ajustamento. Não é a geringonça que dá esperança à Grécia, foi Portugal, o seu povo e um governo que, sob programa de ajustamento, conseguiu uma saída limpa para o país”.
Dirigindo-se a António Costa, Rubina Berardo lembrou que “naquele momento de encruzilhada decisiva, dois países tiveram duas respostas diferentes: Portugal saiu do ajustamento em 4 anos e a Grécia em 8, com medidas de austeridade bem mais severas do que as que tivemos em Portugal”.
De seguida, a Vice da “bancada laranja” afirmou que nestes tempos conturbados, exige-se uniformidade e coerência no discurso do governo. Exige-se que haja “uma mensagem clara do governo e que esta não varie de acordo com a plateia que tem pela frente no momento. E esta espargata que tenta fazer entre as conversas que tem no Conselho Europeu e as conversas que tem com os seus parceiros de governo anti-europeus não é recomendável nem credível”.
A deputada questionou ainda o que levou o governo a fazer com que Portugal tenha feito parte de um núcleo reduzido de Estados Membros que, desde o início deste ano, liderados pela França, manifestaram oposição à repetição do processo de escolha do Presidente da Comissão Europeia.
A terminar, e a propósito do contexto da saída do Reino Unido da União Europeia, Rubina Berardo declarou que o interesse nacional dita que Portugal só pode ter um objetivo: “lutar pela manutenção dos envelopes nacionais para a política de coesão e para a política de agricultura. Para o PSD é essencial reforçar a receita sem penalizar os contribuintes, sem aumento da carga fiscal para o contribuinte nacional”, concluiu.

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