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BE e PCP apresentaram “moções de censura encapotadas” ao Ministro da Saúde
Luís Vales considera que a postura da esquerda revela bem o estado de degradação em que se encontra o nosso SNS.
O Parlamento debateu, esta sexta-feira, cinco recomendações ao Governo, que, no entender de Luís Vales, “revelam bem o estado de degradação em que se encontra o nosso Serviço Nacional de Saúde”.
Tendo em conta essa realidade, o deputado recordou que o Grupo Parlamentar do PSD há muito denuncia os problemas do setor da saúde e que apresentou um Projeto de Resolução que recomendava ao governo que gerisse com responsabilidade e investimento os recursos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), uma iniciativa que foi rejeitada pela atual frente de esquerda.
“Há dois anos, por iniciativa do PSD, foi aprovada uma Resolução da Assembleia da República na qual se defendia um SNS sustentável, com cuidados de saúde de qualidade e equidade no acesso. O governo só tinha de cumprir o que o parlamento então lhe recomendou. Como não o fez, o resultado está à vista de todos e já é também reconhecido pelos partidos do governo quando apresentam estas encapotadas moções de censura ao Ministro da Saúde”.
De seguida, o deputado centrou-se nos diplomas em análise, destacando o do PS que “celebra, entre verdades, meias verdades e algumas inverdades, os gloriosos avanços do Serviço Nacional de Saúde nos últimos dois anos e meio. Faz algumas recomendações, umas com sentido, outras nem tanto. Recomendar ao governo que, «prossiga o reforço do investimento público», é simplesmente hilariante quando nos lembramos que o investimento do Governo no SNS caiu quase 30% desde 2015. Recomendar agora ao Governo a «melhoria do Serviço Nacional de Saúde» é o cúmulo do desaforo político, quando se está no poder há já dois anos e meio. Então, mas o SNS não estava já muito melhor do que em 2015? Os Portugueses sabem bem que não”.
Segundo Luís Vales os utentes comprovam que as coisas não estão melhor quando aguardam mais tempo por consultas e operações, quando vivem o caos nas urgências, quando não têm acesso aos remédios, enfim, quando sofrem os efeitos das cativações do Ministério das Finanças sobre os investimentos no SNS. “Sabem-no os profissionais de saúde quando são reiteradamente enganados pelo Governo em inconsequentes negociações laborais, sabem-no quando aguardam meses por concursos que não abrem, sabem-no quando o Governo lhes nega o pagamento das horas e dos serviços que os obriga a prestar. Sabem-no ainda os fornecedores do SNS, que são obrigados a financiar as políticas do défice do Ministro das Finanças, porque o Governo não lhes paga o que lhes deve e deixou a dívida do SNS derrapar para mais de dois mil milhões de euros”.
Tendo em conta esta realidade, Luís Vales considera que este debate não é mais do que um pedido de desculpa da esquerda. “Este é um debate do perdoem-nos. Perdoem-nos os Portugueses porque vos enganámos, quando prometemos o “reforço da capacidade do SNS” e o resultado é o enfraquecimento do serviço público de saúde”.
A terminar, o social-democrata enfatizou que o PSD estará sempre ao serviço dos portugueses e não pactuará “com autênticos números de teatro que apenas procuram enganar os cidadãos e ajudar os partidos do Governo a fugir às responsabilidades que têm na atual política de degradação do nosso Serviço Nacional de Saúde”.

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