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PSD defende mais Economia e melhor Emprego
Emídio Guerreiro frisou que “este é o tempo de tomar decisões para o futuro”.
O PSD agendou, para esta quinta-feira, um debate sobre a Economia e o Emprego. Em nome dos sociais-democratas, Emídio Guerreiro começou por sublinhar que os resultados alcançados pela nossa Economia são positivos mas não podem levar à euforia, pois a maioria dos países europeus cresce bem mais que nós. “Olhando para a última década é fácil perceber que o caminho que nos levou à pré-bancarrota foi invertido e que desde 2014 o crescimento económico é uma realidade. O caminho traçado pelo governo anterior, assente no equilíbrio das contas públicas e na credibilidade externa deu frutos. A recessão de 2011 e os défices de 11% já lá vão e o nosso desejo é que não voltem mais. Do mesmo modo a credibilidade internacional reconquistada pelo governo anterior não foi delapidada pelo que estão criadas as condições para um crescimento sustentável”.
Recordando que são as nossas empresas e os seus trabalhadores que têm conquistado novos mercados e “puxado” pelo país e que a conjuntura externa é altamente favorável, o Vice-Presidente da bancada do PSD lamentou que 17 países da União Europeia crescem mais que Portugal. Dirigindo-se às bancadas da esquerda, o parlamentar declarou que não podemos viver à sombra de bons resultados transitórios. “Não nos esqueçamos que as próprias previsões do governo vão no sentido da diminuição do crescimento para 2018 e 2019.Este é o tempo de tomar decisões para o futuro. É o tempo para mais ambição. O bem-estar social assim o exige aos decisores políticos. Este é realmente o desafio de Portugal. Crescer rumo à média europeia para proporcionar melhores índices de bem-estar aos portugueses”.
De seguida, Emídio Guerreiro expressou as dúvidas do PSD de que, dentro de 10 anos, Portugal esteja na média europeia e com empregos qualificados e bem remunerados. “Queremos alcançar um crescimento económico sustentável, que passa pela aposta no Emprego qualificado. Há que fomentar a qualificação para a empregabilidade. A formação técnica e profissional tem que estar correlacionada com as necessidades do nosso tecido empresarial. Só assim, teremos mais emprego, mais bem pago. Queremos que a redução da taxa de desemprego se faça à custa da criação de Emprego qualificado e bem remunerado. Neste campo, importa também aprofundar a ligação entre a Ciência, as Universidades, os Politécnicos e as Empresas. Queremos um País que propicie às novas gerações todas as oportunidades que lhes permita desenvolver as suas potencialidades. Mas na verdade o que temos visto não aponta para esse caminho”, indicou o social-democrata.
Sublinhando que o PSD defende mais e melhor qualificação para um emprego melhor remunerado, Emídio Guerreiro enfatizou que “não é asfixiando financeiramente as escolas profissionais que o conseguimos. Não é atrasando novos modelos de formação profissional que o conseguimos. Não é subfinanciando o ensino politécnico e universitário que o conseguimos. Não é adiando os concursos para o apoio às entidades científicas e tecnológicas que o conseguimos. Há que alterar modelos e políticas e dotar as escolas, os centros de formação profissionais, os politécnicos, as universidades e outras entidades do sistema científico e tecnológico não só de meios mas, e sobretudo de incentivos para antecipar os novos desafios da economia. Não podemos adormecer no conforto das reformas de ontem. A dinâmica dos novos tempos exige um permanente espirito reformista”, concluiu o deputado.

08-03-2018 Partilhar Recomendar
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