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| “As bancadas que fazem parte desta solução de governo não têm nenhum compromisso com os trabalhadores” |
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| Carla Barros criticou ainda os bloquistas e comunistas por se comportarem como “inimigos da concertação social”. |
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No debate de iniciativas do BE e do PCP que visam repor os valores de pagamento do trabalho suplementar e o direito ao descanso compensatório, para os trabalhadores do setor público e do setor privado, Carla Barros acusou estes partidos de revelarem “uma verdadeira desconsideração” pelo esforço que os portugueses fizeram. No entender da parlamentar, a esquerda radical não consegue reconhecer que o país teve de recuperar da pré-bancarrota em que ficámos depois de sucessivos governos do PS. De seguida, a deputada afirmou que a desconsideração que estes partidos revelam pelos portugueses é estendida às instituições europeias que reconhecem e afirmam a importância das reformas laborais levadas a cabo pelo anterior governo para a recuperação do país. “Relevantíssimas reformas para a redução do desemprego, para o aumento do emprego, para o aumento das exportações, para a redução das insolvências e para o aumento da competitividade das empresas. Os senhores não são capazes de reconhecer todos estes dados e estas reformas”, lamentou a parlamentar. No que respeita à aplicação desta medida ao setor privado, Carla Barros referiu que esta não é a primeira vez que estes partidos apresentam medidas sem uma discussão prévia na concertação social. “Os senhores continuam inimigos da concertação social, forças de bloqueio à negociação. Os senhores não concebem uma economia que precisa de empresas e de trabalhadores”, afirmou. No que respeita à sua aplicação no setor público, a social-democrata afirmou que as propostas não fazem nenhuma referência aos impactos financeiros destas medidas. Do ponto de vista da parlamentar, este é mais um momento em que a esquerda radical confronta os portugueses com iniciativas que demonstram uma enorme “falta de rigor e de seriedade”. Depois de enumerar um conjunto de medidas que afetam milhares de trabalhadores e que continuam ou por aplicar ou por serem aprovadas pelo Ministério das Finanças, Carla Barros concluiu a sua intervenção enfatizando que “as bancadas que fazem parte desta solução de governo não têm nenhum compromisso com os trabalhadores”.
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