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Propaganda da esquerda esconde um governo bloqueado e incapaz de reformar
António Leitão Amaro afirmou que o governo das esquerdas abdicou do futuro e pensa apenas no seu interesse no presente.
António Leitão Amaro considera que a “propaganda eufórica” que a esquerda fez em torno do Orçamento “esconde um governo bloqueado e incapaz de reformar”, a devorar no presente os frutos das reformas anteriores. No debate do Orçamento e das Grandes Opções do Plano para 2018, o Vice-Presidente da bancada do PSD assinalou que a esquerda rasgou tudo o que sempre disse e tomou mão de armas que jamais esperaríamos que viabilizassem: os maiores cortes e cativações no investimento público de que há memória, aumentos de impostos indiretos que trazem a carga fiscal para níveis recorde, perdões fiscais e antecipação de receitas de impostos que aliviam muito algumas grandes empresas. Face a este cenário, o parlamentar sentenciou que o terceiro e penúltimo Orçamento do governo das esquerdas é mais do mesmo e não contém nada que prepare e dê esperança para o futuro.
De seguida, o deputado frisou que o Orçamento não cuida do nosso futuro coletivo, não traz nada de favorável para as empresas, não tem medidas para as exportações e investimento e não tem reformas. No entender do social-democrata, o resultado dessa linha política está à vista: em três anos de governo das esquerdas, dois são de desaceleração económica.
António Leitão Amaro sublinhou ainda que “este Orçamento ameaça o nosso futuro, pois põe as fichas todas no consumo interno” e a explicação, no ponto de vista do deputado, é simples: as esquerdas “abdicaram do futuro” pensando apenas no seu interesse do presente.
No que respeita ao presente, o Vice da “bancada laranja” sublinhou que também não sai beneficiado pelo Orçamento. No entender do parlamentar, com este governo os portugueses pagam mais, para receber menos e ter piores serviços. “Nunca se foi buscar tanto à economia para alimentar o Estado”, acusou o deputado, adiantando que apesar disso o país assiste incrédulo e chocado às trágicas falhas do Estado na proteção das pessoas, citando o caso dos incêndios, o caso de Tancos, o bloqueio de cirurgias oncológicas, entre outros exemplos.
A terminar, António Leitão Amaro alertou para a injustiça que a esquerda se prepara para cometer com os trabalhadores a recibos verdes, em que milhares de pessoas vão ser castigadas com um aumento no IRS.

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