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Miguel Morgado critica “total ausência de política europeia” do governo
O social-democrata fala em falta de credibilidade, dando como exemplo a contradição do executivo em relação à manutenção do Presidente do Eurogrupo.
No debate preparatório do Conselho Europeu, Miguel Morgado afirmou que o Projeto da União da Defesa não está a correr bem. De acordo com o Vice-Presidente da bancada do PSD, há um ano que todos sabemos que a Defesa iria ser aquele domínio que, na Europa pós-Brexit, iria sofrer o maior impulso de integração e que iria ser criada, a curto prazo, uma cooperação estruturada permanente.
Sublinhando que o Parlamento não sabe nada sobre a posição do governo português, o social-democrata recordou que há seis meses que o PSD questiona o Primeiro-Ministro sobre estas matérias importantíssimas e que não podem ser abordadas com generalidades, como o governante acabou de fazer. “A única coisa que sabemos da posição do governo português é que tem Ministros que se gabam de que ninguém conhece a posição do governo português. Hoje, a 4 semanas da reunião dos Ministros da Defesa onde tem de haver uma resposta de Portugal, o senhor tem a obrigação política e legal de responder a perguntas concretas”.
Depois de colocar várias questões a António Costa sobre a posição a adotar por Portugal nesta reunião, Miguel Morgado afirmou que não compreende o silêncio do governo nesta matéria, acrescentando que se pode dever ao facto de ser um tema inconveniente de discutir com os parceiros da “geringonça” que se opõem a estes projetos.
Depois de lamentar uma “total ausência de política europeia” deste governo, o social-democrata recordou a postura do executivo em relação ao Presidente do Eurogrupo. Segundo o parlamentar, em março o Parlamento repudiou as declarações Dijsselbloem e todos os partidos pediram a sua demissão. “O senhor Primeiro-Ministro fez declarações dizendo que a credibilidade da Europa nunca recuperaria enquanto o Presidente do Eurogrupo desempenhasse cargos nas instituições europeias. O seu governo preparou um teatrinho de terceira categoria, por parte do Secretário de Estado das Finanças, de confrontação do Presidente do Eurogrupo apenas para as câmaras de televisão portuguesas verem. Há duas semanas, o Presidente do Eurogrupo disse que tinha o apoio de todos os Ministro das Finanças, incluindo do português, para se manter à frente do Eurogrupo até ao final do seu mandato, apesar de já não ser Ministro das Finanças. Que credibilidade é esta? Que política europeia é esta”, questionou Miguel Morgado.

18-10-2017 Partilhar Recomendar
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