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Luís Montenegro desafiou o Ministro das Finanças a dizer onde cortou mil milhões de euros e quais as consequências
O líder parlamentar do PSD enfatizou que a austeridade manhosa colocou os serviços públicos à míngua.
No encerramento do debate de atualidade, marcado pelo PSD, sobre a “falta de Transparência nos cortes de despesa nos serviços públicos”, Luís Montenegro destacou a falta de transparência naquilo que toca à gestão das finanças públicas. Segundo o líder parlamentar do PSD, contrariamente ao atual governo, o anterior executivo não escondias as alterações orçamentais: elas eram assumidas, eram discutidas e aprovadas. “Agora, que os senhores alteram a vossa política orçamental depois de verem goradas as vossas expectativas sobre a vossa estratégia, os senhores complementaram as políticas orçamentais para atingir o défice cortando cegamente na despesa. Foi isso que aconteceu: na saúde, da educação, no sistema público de transportes, na segurança e na defesa. E os senhores não tiveram a coragem de assumir perante o país aquilo que fizeram. Esta austeridade é manhosa, porque os senhores não a assumem. E custa muito ver o PCP e o BE a aplaudirem esta austeridade e o que se passa hoje em Portugal com os serviços públicos à míngua, a acumularem pagamentos em atraso e a diminuírem a prestação e a qualidade dos serviços”.
Sublinhando que foram 942 milhões de euros cativados, o social-democrata questionou ao Ministro das Finanças onde foram feitos cortes. “Porque não diz o que deixou de fazer, o que é que estava planeado e não foi feito. Desafio o senhor Ministro das Finanças a enviar ao parlamento, a mostrar aos portugueses qual foi o programa, qual o serviço, qual o organismo que deixou de fazer aquilo que estava planeado. O Orçamento do Estado não pode ser letra morta”, frisou o deputado.
No que respeita aos partidos que suportam o governo e compactuam com estas cativações, Luís Montenegro reconheceu que a deputada Mariana Mortágua veio dizer que a execução não corresponde ao que aprovou. Contudo, questionou, “qual foi a consequência que retirou disso? Continuar a bater palmas à política orçamental do governo”.
A terminar, Luís Montenegro afirmou que “não há magia possível na gestão económica e financeira do país. Há truques para esconder o que se faz na política económica e financeira. Os senhores retificaram o caminho, mas não assumiram essa mudança. O país teve um investimento ridículo em 2016, os serviços públicos foram abandonados, falta dinheiro nos bombeiros, falta dinheiro nas escolas, falta dinheiro nas unidades de saúde, falta dinheiro nas forças de segurança e é preciso que os senhores tenham coragem de dizer onde é que cortaram, porque é que cortaram e qual o efeito desses cortes”.

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