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Floresta: Nuno Serra lamenta a falta de horizontes de quem só viu uma oportunidade política a muito curto prazo
O Vice-Presidente da bancada do PSD frisou que o governo trocou o futuro da floresta por um acordo para governar.
“O que está em discussão no debate de hoje representa um dos temas mais nobre da sociedade e da discussão política. Proteger e valorizar a nossa floresta representa a premissa primordial da exploração dos recursos naturais. Um país que não cuida do seu território não pode ambicionar crescimento e prosperidade sustentável”. Foi com esta postura que Nuno Serra se apresentou no debate sobre “Floresta e desertificação do mundo rural”.
Segundo o Vice-Presidente da bancada do PSD, para os sociais-democratas a floresta é uma oportunidade económica, ambiental e social que necessita ser preservada, já para outros é uma oportunidade política momentânea. “O PSD sempre se mostrou disponível para discutir a reforma da floresta de forma séria, de forma construtiva e para encontrar convergências. Contudo, não é possível as entidades políticas continuarem a apelar um consenso generalizado entre partidos, quando os verdadeiros intervenientes do sector, aqueles que vivem da floresta, não compreendem nem aceitam essa reforma. O importante era consensualizar o projeto político com as aspirações e expectativas do setor, que nesta espécie reforma são totalmente antagónicos. Não há associação, produtor florestal, ou industrial que não tenha criticado os documentos apresentados pelo Governo, mas mesmo assim, de ouvidos bem tapados, a maioria insiste em continuar com este infeliz enredo”.
Para Nuno Serra a maioria de esquerda insiste em continuar este enredo porque o que está em causa não é melhorar o ordenamento florestal, independentemente da espécie a plantar. “O que esta em causa não é melhorar o combate aos fogos. O que está em causa não é criar mais valor económico no setor. O que está em causa é única e exclusivamente é proibir o eucalipto em Portugal. E isso porquê? Não existindo um impeditivo científico, económico e social só há uma razão: o querer governar a todo o custo cedendo a tudo e a todos, inclusive aceitando preconceitos ideológicos”.
“Este Governo partidariza o debate a partir do momento a que cedeu à chantagem de um partido e trocou o futuro da floresta por um acordo para governar. Isto é o legado que o Governo deixa na Floresta, um punhado de documentos a que chamou reforma com um só objetivo, saldar a dívida com os Verdes e agora com o BE”.
Sublinhando que o abandono do território é o principal problema e que devia ser esse o grande objetivo de uma reforma florestal, criar oportunidades para que esta que atividade gere rendimento suficiente para aumentar o investimento no setor e evitar o abandono e permitindo uma verdadeira a coesão territorial, o deputado lamentou que “a obsessão dos partidos de esquerda em acabar com eucalipto e a opção do governo em permitir a deslocalização das atuais plantações para o litoral é tão cega que nem percebem que essa medida será o maior fator de assimetrias entre interior e litoral que alguma vez já foi criada”.
“Usar o eucalipto como bode expiatório dos incêndios já foi uma desonestidade, mas pior ainda é dizer que para ordenar uma floresta a espécie tem de ser travada.
Travadas têm de ser as zonas de mato, consequência do abandono das terras. Isso sim, o combustível ideal para os fogos. Travada tem de ser a desertificação. Isso sim, gerada abandono e desleixo nas propriedades”.
A terminar, Nuno Serra lamentou que o governo tenha interrompido a reforma que estava em curso, sublinhando que “esta é a triste sina da nossa floresta. A falta de horizontes de quem só viu neste setor uma oportunidade política a muito curto prazo. O PSD está disponível para trabalhar, para procurar as convergências possíveis em torno deste setor. Mas não está disponível para pactuar com este logro à floresta”.

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