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Se a atividade florestal gerar rendimento ela será atrativa e isso diminuirá o risco de abandono a que o nosso território está hoje sujeito
Luís Pedro Pimentel acusa os partidos que apoiam o governo de estarem a fazer um debate “desfasado da realidade e longe das necessidades da floresta”.
“A floresta é sem dúvida um bem maior que todas as gerações têm o dever de cuidar e preservar. Mas é também uma atividade que gera rendimento, riqueza e emprego. Não se pode discutir «floresta» sem a enquadrar no território e, não se pode falar de mundo rural sem mencionar as atividades económicas que nela existem. É pois com alguma perplexidade que nos últimos dias temos vindo a assistir a um debate em torno da floresta e do mundo rural totalmente desfasado da realidade e longe das necessidades da floresta”. Estas foram as palavras iniciais de Luís Pedro Pimentel na interpelação ao Governo sobre “Floresta e desertificação do mundo rural”.
Reconhecendo que os trágicos acontecimentos aceleraram uma discussão sobre a reforma da floresta portuguesa, que merecia mais ponderação e bom senso, o deputado afirmou que esta discussão nasceu assente em premissas erradas impostas pelo PEV e será aprovada com imposições radicais do BE. “O país vai assistindo à novela BE-Governo e Governo-BE. Ouvimos também o PCP a afirmar, através da CNA, que as medidas da reforma florestal são «insuficientes e impiedosas». Enquanto isso perde-se uma oportunidade de procurar soluções que tornem as áreas florestais mais rentáveis e mais competitivas. Ignora-se o saber e a ciência que ao longo de anos tem sido produzido pelas universidades portuguesas. Aliás, não deixa de ser paradoxal que o Estado invista todos os anos na formação de quadros técnicos superiores de silvicultura e depois despreze esse conhecimento e decrete o futuro da floresta por imposições políticas, ignorando igualmente os avisos das associações e confederações do sector florestal”.
De seguida, o parlamentar frisou que o sucesso de uma lei depende da sua aplicabilidade e da sua adaptação à realidade. Dirigindo-se ao Ministro da Agricultura e Florestas, Luís Pedro Pimentel questionou “que estudos realizaram os serviços do ministério ou quais aqueles que foram consultados para suportar a decisão de transferir áreas de eucalipto entre as regiões interior e litoral. Que impactos sociais e territoriais serão expectáveis?”
“No PSD entendemos que se a atividade florestal gerar rendimento será atrativa. Sendo atrativa diminuirá o risco de abandono, a que muitos dos nossos territórios estão hoje sujeitos. Os problemas floresta portuguesa são sérios e muito complexos. Não se pode esperar que sejam resolvidos com soluções simplistas. E infelizmente as soluções apresentadas são demasiado básicas. Aos problemas da falta de gestão, de falta de ordenamento, de baixa rentabilidade, o governo responde com o travar de novas áreas de eucalipto”.
A terminar, Luís Pedro Pimentel questionou qual a disponibilidade de alargar os benefícios fiscais aos produtores agrupados nas ZIF e se o Governo está disponível para encontrar, fora da reforma da floresta e longe da atual pressão mediática, soluções que aumentem o rendimento dos proprietários florestais.

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