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Pedrógão Grande: “o PSD não deixará cair no esquecimento tudo o que aconteceu”
Teresa Morais garante que os sociais-democratas não deixarão de fazer todas as perguntas e de exigir todas as respostas.
“A tragédia em que o País se viu mergulhado há treze dias atrás foi a maior e a mais horrenda que alguém poderia imaginar. Mesmo num país fustigado pelo fogo há décadas era impensável que tamanha desgraça pudesse acontecer. Não porque os incêndios sejam, em Portugal, imprevisíveis, bem pelo contrário, mas porque a ninguém ocorreria que as suas consequências pudessem atingir tão dramática dimensão. Com uma vasta extensão de território queimado, o que mais aflige um País ainda em luto é ter que enterrar mais de 60 mortos, ter internados mais de 200 feridos e não ter percebido ainda como tal desgraça aconteceu”. Estas foram as palavras iniciais de Teresa Morais no debate agendado pelo PSD para analisar “a segurança, a proteção e a assistência das pessoas no decurso do trágico incêndio de Pedrogão Grande”.
De seguida, a deputada afirmou que passaram 13 dias sobre o início da maior tragédia nacional que sofremos, nos tempos até onde a memória nos consegue levar, mas ainda não sabemos: “porquê?”
“Porque não conseguiu um País com experiência de tantos anos de combate a incêndios prevenir esta desgraça maior? Porque não foi prestada ajuda a tantas das pessoas que desesperadamente a pediram? Porque não foi cortada em tempo útil uma estrada que conduzia ao martírio? Por que razão havia, segundo foi noticiado, apenas três militares da GNR no posto territorial de Pedrogão Grande no momento em que deflagrou o incêndio? Confirma-se que foi por esta falta de meios, já declarada por associações desta Guarda, que não houve capacidade para cortar e controlar a EN 236.1 onde morreram carbonizadas 47 pessoas? A que horas morreram estas pessoas? Quantas horas passadas sobre o início do incêndio? E as restantes 17 que morreram naquele concelho? Onde e em que circunstâncias? Por que razão, mais de 24 horas passadas sobre o início do fogo, um autarca de Alvaiázere, pede ajuda porque tem uma freguesia em chamas, com necessidade de evacuação de populações e lhe respondem que não há meios disponíveis quando, oficialmente, ninguém reconhecia essa falta e até se chegou a recusar ajuda de bombeiros da Galiza, alegadamente porque o excesso de voluntarismo era negativo? Porque não foram atempadamente socorridos os cinco bombeiros queimados em resultado de um choque frontal entre a sua viatura e um carro civil que fugia ao fogo, tendo no caso do bombeiro Gonçalo Conceição passado mais de quatro horas desde o momento provável do acidente e a sua entrada no hospital de Coimbra onde acabou por morrer? Por que razão o bombeiro Rui Rosinha deu entrada no hospital da Prelada no Porto às 6h02 da manhã, 10 horas depois do acidente de onde saiu com queimaduras graves? Por onde andaram os responsáveis pelo socorro durante 10 horas com um homem queimado em agonia? Por que razão ninguém informa o País do estado de saúde de três homens e uma mulher, bombeiros de Castanheira de Pêra que, segundo colegas seus da corporação, se encontram em estado crítico? Como é que se explica que depois de ter dado um incêndio como controlado o número de feridos tenha continuado a subir, ultrapassando os duzentos? De onde vieram esses feridos? De que concelhos? De que freguesias? Que apoio foi disponibilizado pelo Estado nos primeiros dias do incêndio, quando e a quem, se tanta gente já disse a toda a gente que ficou, literalmente, entregue a si própria?”
Perante a ausência de respostas, e uma estratégia de passa culpas e de desresponsabilização que não pode continuar, Teresa Morais enfatizou que “o PSD não deixará cair no esquecimento tudo o que aconteceu. Não deixaremos de fazer todas as perguntas e de exigir todas as respostas, sejam elas técnicas ou politicas, que se impõem para o esclarecimento de tudo o que se passou”.
Quanto ao governo, adianta a deputada, “não nos basta assistir ao cortejo de responsáveis deambulando por territórios cobertos de cinzas, anunciando levantamentos que tardam e medidas que não se sabe quando chegam. Queremos respostas detalhadas e esclarecedores e insistiremos até as obtermos.”
“Uma constatação é já certa, e para a reconhecer o que o País já sabe, e já viu, basta: o Estado falhou. Falhou dramaticamente quando as pessoas mais precisavam dele. E a Nação magoada tem o direito de saber: porquê?”

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