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Luís Montenegro acusa o Governo de ter “duas caras”
O deputado recorreu ao caso da regularização dos precários para exemplificar esta duplicidade de posições do executivo.
Luís Montenegro acusou o Governo de ter “duas caras”: a da publicidade e a da realidade, e apontou como exemplo o caso da regularização dos precários. “É de facto um governo com duas caras, a cara da publicidade, que é aquela que aparece sempre sorridente, e depois a cara da realidade, do dia-a-dia, que é a cara destes malabarismos e subterfúgios em que se esconde muita da incapacidade do governo poder fazer aquilo que diz”, acusou o líder parlamentar do PSD na abertura das jornadas parlamentares dos sociais-democratas, que decorrem até quarta-feira em Albufeira (Faro).
Na sua intervenção, o presidente da bancada social-democrata apontou como exemplo o caso da utilização de estagiários no Centro de Estudos Jurídicos da Presidência do Conselho de Ministros e criticou que uma tarefa como a avaliação da qualidade da legislação possa ser atribuída a estagiários. “Se a tarefa é esta - e se é importante, deve ser permanente, achamos bem que se faça - mas isso requer uma dose de experiência, de vínculo, de atributo qualitativo que este tipo de procedimento não oferece”, afirmou o parlamentar.
A este propósito, Luís Montenegro acusou o executivo socialista de contradição por, atualmente, estar a decorrer um processo de integração de precários na administração pública que qualificou como “um processo muito mal explicado e que está a ser usado de forma propagandística em vésperas de eleições”.
Antes, Luís Montenegro considerou que o seu homólogo socialista, Carlos César, cometeu uma “gaffe monumental” quando criticou a escolha do Algarve pelos sociais-democratas para realizarem as suas jornadas. “É bom que os algarvios também possam avaliar a qualidade de quem os representa e possam avaliar se as diversas forças políticas são merecedoras ou não do apoio eleitoral que lhe tem sido facultado nas eleições”, afirmou o social-democrata.
O líder parlamentar do PSD começou o seu discurso precisamente com um comentário às declarações do presidente do PS, Carlos César, - sem nunca o nomear - que na semana passada disse que os socialistas preferiram Bragança, no interior do país, para a realização das suas jornadas, em vez de um destino turístico com sol. “É de facto uma 'gaffe monumental'. A pessoa que disse isso estava em Bragança e nem se apercebeu que Bragança, tal como outros locais do interior, são destinos turísticos. Só quem não sabe, quem ignora este potencial, se poderia estar a referir ao Algarve como destino turístico sem saber que ele próprio pisava território turístico”, acrescentou.
Luís Montenegro voltou a justificar a escolha do local das jornadas do PSD pelos problemas que afetam esta região e recordou que, hoje de manhã, os deputados sociais-democratas se repartiram em mais de uma dezena de visitas pelos vários concelhos do distrito, abordando temáticas como a saúde, educação, pescas, florestas ou segurança. “Objetivamente, o Algarve é muito mais do que sol e mar, é esta comunidade de pessoas, de instituições, que tem o direito, e nós o dever, de almejar garantir iguais oportunidades de outras regiões do país”, rematou.

30-05-2017 Partilhar Recomendar
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