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“Mais e melhor autonomia para as nossas escolas reforçará o sucesso educativo”
Emídio Guerreiro afirmou que só é contra a autonomia quem quer transformar as escolas em pequenas extensões da Fenprof e em pequenos feudos de poderes absolutos.
“O PSD quer mais poder para as escolas, para os professores e para os seus órgãos. Não para um sector em particular, mas para o conjunto que compõe a nossa escola pois é daí que advém a sua força. O PSD quer mais autonomia. Mas autonomia não é isolamento, não é sectarismo, é abertura. É com envolvimento de todos, a direção, os professores e as famílias que potenciamos a melhoria dos resultados escolares. Quem quer transformar as escolas em pequenas extensões da Fenprof, ficará desiludido e não gosta da nossa proposta. Quem quer, sob falso pretexto da democraticidade, tornar as escolas ingovernáveis e fechadas sobre si mesmas, ficará desiludido. Quem quer transformar as escolas em pequenos feudos de poderes absolutos não contará connosco. Mas quem acredita que a transparência, a coresponsabilização, a partilha, a colaboração e o equilíbrio de poderes são elementos que reforçam a democracia e a liderança sabe que este é o caminho certo. Mais e melhor autonomia para as nossas escolas reforçará o sucesso educativo”.
Foi com estas palavras que Emídio Guerreiro iniciou a sua intervenção, esta sexta-feira, no debate sobre a iniciativa do PSD que visa reforçar o poder dos órgãos de gestão das escolas.
De seguida, o deputado afirmou que no entender do PSD deve ser a escola, no seu projeto pedagógico, através dos seus órgãos, a estabelecer os critérios de constituição de turmas. “Nós acreditamos que quem está mais próximo dos alunos, que quem melhor conhece os alunos, a direção é os professores, saberão adotar os critérios mais ajustados ou adequados à promoção do sucesso. Se a esquerda radical desconfia dos professores, dos diretores e dos órgãos escolares, o PSD não”.
Segundo o social-democrata a esquerda radical prefere acreditar nos erros cometidos pelo atual ministro da educação. “Muita propaganda para disfarçar erros e opções ideológicas com resultados negativos. Desde logo o retorno ao facilitismo. Agora promovem-se as passagens administrativas e recusa-se a avaliação externa. Os senhores acabaram com os exames e inventaram provas de aferição em anos escolares sem paralelo nos países de referência. Em prol de uma reforma nominal, a reforma do Tiago, coloca-se em risco a comparabilidade dos resultados com os restantes países. Reverteram as medidas introduzidas e que nos colocaram em patamares nunca vistos em relatórios internacionais como o PISA bem como os que comparam os resultados do ensino da matemática e das ciências. Rejeitam as medidas tomadas no combate ao abandono escolar precoce e, pasme-se, pela primeira vez em mais de uma década, este voltou a aumentar em 2016. Prometem reduzir o número de alunos por turma, propagandeiam a medida, mas introduzem tantas restrições que teremos apenas cerca de 100 turmas em mais de 60 mil abrangidas pela medida propagandeada”.
No entender de Emídio Guerreiro, estes exemplos ilustram o que atualmente temos: “um ministro que governa para títulos de jornais. Um ministro campeão das não respostas e que há 8 meses se recusa a responder ao PSD sobre o número de turmas mistas este ano letivo. Mas educação é muito mais do que títulos de jornais. A educação é muito mais do que propaganda. A educação é muito mais do que esquemas e artimanhas políticas para manter equilíbrios de poder”.
A terminar, o social-democrata enfatizou que o diploma que o PSD apresenta não é o retrocesso saudosista a modelos do século passado. “O diploma que apresentamos é um passo em frente no caminho certo”, rematou.

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