Paulo Mota Pinto afirmou, esta sexta-feira, que o “PSD não reprovou este Orçamento por razões patrióticas, de interesse nacional”. Segundo o deputado “é o superior interesse nacional que está em jogo” e que leva os sociais-democratas a viabiliza-lo. Contudo, não se trata de um “cheque em branco”. O Vice-Presidente do PSD avisou que “o partido vigiará a execução orçamental de perto e de modo rigoroso, contribuindo para que os problemas de finanças públicas não se agravem”. “Continuará a alertar para os erros de política económica e para a necessidade de reformas estruturais, analisará o Programa de Estabilidade e Crescimento exigindo que consagre as políticas e as medidas concretas indispensáveis para recuperação da nossa economia e responsabilizará quem nos fez chegar a esta situação por erros políticos próprios”, sublinhou.
Para o deputado este “é um mau Orçamento, consequência de vários anos de políticas económicas e financeiras que falharam estrondosamente, mantendo o País em crise e aprofundando mesmo os seus problemas estruturais”. Na sua opinião, o Orçamento para 2010 “não é mais do que o corolário, inevitável, de toda uma legislatura de políticas erradas, empobrecedoras do país, castradoras da sua competitividade e acentuadoras das desigualdades sociais”.
Paulo Mota Pinto não deixou de recordar que, entre 2005 e 2008, “a dívida pública cresceu todos os anos e foram sendo remetidos encargos substanciais para o futuro”, criando “compromissos que serão os nossos filhos e netos a ter de suportar”. E devido a estes erros nos anos transactos, acrescenta que este “Orçamento não pôde ser de fomento ao crescimento económico e de recuperação, mas apenas um arremedo de controlo de danos, danos que o próprio Governo viera provocando e agravando com a sua política económica”.
O social-democrata defende que, com este Orçamento, “a consolidação das contas públicas portuguesas continua por fazer, apesar dos sacrifícios que foram pedidos aos Portugueses; continuam bem presentes os desequilíbrios conjunturais e as dificuldades estruturais da economia portuguesa; o Governo não toma ainda as medidas, corajosas e necessárias, para atacar esses problemas e dar um sinal claro aos mercados”.
Durante a sua intervenção o Vice-Presidente do PSD recordou que com os sociais-democratas a orientação seria muito diversa. “O PSD assentaria as suas opções numa política destinada a promover o investimento privado, a produção de bens transaccionáveis e as exportações e, sobretudo, no apoio às pequenas e médias empresas”, sublinhou.
Paulo Mota Pinto concluiu a sua intervenção reprovando a “ausência de uma postura de Estado” por parte do Governo. O deputado recordou e condenou os ataques do executivo aos “eleitos que tão-só questionavam a suficiência e a comparabilidade da informação fornecida, tentando também diminuir serviços técnicos parlamentares como a Unidade Técnica de Apoio Orçamental, e até tratar de modo insultuoso os membros das juntas de freguesia”. |
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14-11-2019 |
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Grupo Parlamentar do PSD elegeu Coordenadores e Vice-coordenadores |
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25-06-2010 |
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OPINIÃO / O orçamento base zero – Como pedra de toque para uma gestão pública eficaz |
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O Orçamento Base Zero (OBZ), permite ignorar todo o passado de despesas e de receitas, e obriga a que todos os agentes suplementares (serviços, técnicos, dirigentes) envolvidos no processo, tenham de justificar, a partir do zero, todas as despesas que consideram necessárias fazer no exercício seguinte, assim como as receitas necessárias para as cobrir. |
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02-06-2010 |
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“Tivesse o PSD governado Portugal e não estaríamos hoje nesta situação” |
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Duarte Pacheco lembrou a situação de endividamento que o Governo criou no país |
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02-06-2010 |
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PSD defende o reforço das competências da Unidade Técnica de Apoio Orçamental da Assembleia da República |
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Paulo Mota Pinto considera esta Unidade de Apoio como fundamental para controlar a execução orçamental |
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25-05-2010 |
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O PSD quer mais transparência nas contas públicas |
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O deputados referem que o Governo decidiu alterar, de forma unilateral e sem consultar o INE, a metodologia de cálculo das rubricas “despesas com o pessoal” e “contribuições sociais”, expurgando-as das prestações sociais devidas à Caixa Geral de Aposentações, o que lhes subtraiu cerca de 2.2 pontos percentuais do PIB, ou cerca de 3 500 milhões de euros. |
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18-05-2010 |
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PSD quer reforçar competências da Unidade Técnica de Apoio Orçamental |
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Os sociais-democratas querem que a entidade comece a acompanhar com rigorosamente as contas públicas e a realizar relatórios trimestrais sobre o endividamento. |
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12-03-2010 |
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Matos Rosa interpela Ministro das Finanças sobre possiblidade de encerramento de repartições de finanças |
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O deputado Social-Democrata receia que o Orçamento do Estado para 2010 contribua para o encerramento de muitos daqueles "serviços de proximidade" |
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12-03-2010 |
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"Orçamento é o resultado das políticas erradas" |
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Duarte Pacheco defende que “o país necessita rapidamente de ter um orçamento aprovado e, sobretudo, que o Governo comece a Governar” |
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12-03-2010 |
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PSD faz aprovar proposta para estimular donativos de empresas às instituições de combate à pobreza |
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A proposta foi defendida por Rosário Águas durante o debate e votação na especialidade do Orçamento do Estado para 2010 e permite que empresas façam mais deduções ao abrigo do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF) |
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11-03-2010 |
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PSD vê aprovada proposta de transferência de 5 milhões de euros de Estudos Pareceres para remunerações aos executivos das Juntas de Freguesia |
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Ministro Teixeira dos Santos chegou a considerar que a remuneração a autarcas eleitos era "money for the boys" |
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