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| Governo “está a defender e a assumir uma violação grosseira” da independência do serviço público de televisão |
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| Na base da acusação de Sérgio Azevedo está a alteração à Lei que regula o financiamento público da RTP. |
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A meio do debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, e após várias questões colocadas ao Ministro das Finanças, Sérgio Azevedo afirmou que Mário Centeno aprendeu bem com o Primeiro-Ministro, pois não responde a uma única questão. Depois de colocar em evidência a narrativa do governante de insistir em colocar no governo anterior a responsabilidade dos seus falhanços, o Vice-Presidente da bancada do PSD centrou a sua intervenção na Lusa. Após no dia anterior o Ministro ter afirmado que a Lusa e a RTP não estavam isentas do esforço orçamental exigido, o parlamentar recordou que, hoje, a Presidente do Conselho de Administração da Agência Lusa afirmou que tem garantias de que “a empresa poderá ter boas notícias relativamente à indeminização compensatória para 2017. Diz o senhor Ministro que os senhores acreditam no futuro. Pois bem, vá lá dizer aos trabalhadores da Agência Lusa para acreditarem no futuro quando estamos em novembro, não há contrato assinado, vivem de duodécimos e os senhores insistem em não meter lá o dinheirinho”.
No que respeita à alteração à Lei que regula o financiamento público da televisão, Sérgio Azevedo afirmou que o Governo “está a defender e a assumir uma violação grosseira” da independência do serviço público de televisão. |
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