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Manuela Ferreira Leite garante que a referência que fez à situação da Grécia foi uma “verdade” e uma “ajuda ao Governo”
Para a líder do PSD “o ponto mais grave é o Governo não estar consciente daquilo que vai ter de fazer”

Manuela Ferreira Leite afirmou que as declarações proferidas em que alertava para o risco de Portugal ficar numa situação orçamental semelhante à da Grécia, "caso não fosse tomada nehuma medida" foram baseadas na “verdade” e que com elas deu uma ajuda ao Governo.

A líder do PSD afirmou que “se o Governo não entendeu as declarações nesse sentido, quer dizer que está absolutamente fora da realidade, absolutamente fora daquilo que o país necessita, e mais uma vez a não ser capaz de pedir aos portugueses os sacrifícios que lhes vão ser impostos, porque continua a não lhes passar o que é a realidade”.

Relativamente ao pedido do Ministro dos Assuntos Parlamentares, para que se retratasse pelas comparações feitas entre Portugal e a Grécia, Manuela Ferreira Leite respondeu que "seria absolutamente estranho que num país onde toda a gente mente, e os responsáveis não se retratam, passasse a ser quem diz e alerta para as verdades que tivesse de se retratar". Manuela Ferreira Leite lamentou as declarações de responsáveis do Partido Socialista considerando que "estamos completamente com os valores e o sentido das necessidades do país absolutamente invertidos".

A líder dos sociais-democratas, à saída da reunião do Grupo Parlamentar, esclareceu que aquilo que ontem disse “sobre a Grécia foi uma verdade, que era que nós estaríamos num caminho semelhante que, se não fosse travado, se não fosse alterado, chegaríamos exactamente ao mesmo ponto”.

Manuela Ferreira Leite concluiu a declaração afirmando que “o ponto mais grave é o Governo não estar consciente daquilo que vai ter de fazer e depois, de repente, os cidadãos vêem-se perante factos concretos, de que não estão à espera, para os quais não estão preparados, e isso é que é bastante grave”.

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