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“Esta maioria é fechada sobre si própria e não quer discutir com o país coisa nenhuma”
Pedro Passos Coelho lamentou que a esquerda recuse criar uma Comissão para estudar e promover uma reforma da segurança social.
O PSD apresentou, esta quarta-feira, o Projeto de Resolução que visa a constituição de uma Comissão Eventual para estudar e promover uma reforma do sistema público de segurança social português. Pedro Passos Coelho, intervindo no encerramento do debate, começou por frisar que é sabido que há um problema estrutural que é relevante na sociedade portuguesa e que nos convoca a todos no sentido de preparar uma reforma estrutural que vá ao encontro da solução dos problemas.
Sublinhando que os diagnósticos já estão razoavelmente feitos, o líder do PSD frisou que “quanto mais tempo empurrarmos para a frente a solução, mais cara ela vai ser e mais desconfiança vai semear entre todos os agentes sociais e económicos”. “Temos também a constatação da falência dos objetivos redistributivos da segurança social fora do sistema contributivo. É uma evidência, as desigualdades que permanecem após muitos anos de funcionamento de prestações sociais que visam corrigir e ultrapassar as situações de desigualdade não são conjunturais. Podem ter sido agravadas pela crise, mas existiam antes da crise e vão continuar a existir depois”. Perante este cenário, Passos Coelho afirmou que o PSD pretendeu com esta iniciativa, a partir do Parlamento, “criar condições para afastar os falsos problemas, centrarmo-nos nos diagnósticos que são incontroversos e testar soluções para futuro”. Contudo, lamento o social-democrata, as desculpas para não aprovar esta iniciativa foram várias: assistimos a uma desqualificação do proponente, argumentos burocráticos e atém a deputados a dizer que não há problema nenhum.
Face a estes argumentos, Pedro Passos Coelho declarou que se a maioria e o PS não têm sequer disponibilidade para poder, numa Comissão Eventual, abordar possíveis soluções e avaliar os diagnósticos que são mais objetivos, então os senhores não estão disponíveis para nada. Se nem sequer para iniciar esse trabalho à procura de um compromissos estão disponíveis, então esta maioria que hoje governa o país é uma maioria fechada sobre si própria, esgotada e que não quer discutir com o país coisa nenhuma. E essa é a pior notícia que podia sair deste Parlamento”, conclui o social-democrata.

08-06-2016 Partilhar Recomendar
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