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Não vemos qualquer estratégia do Governo para a promoção do envelhecimento ativo
Mercês Borges considera que o Estado tem que saber corresponder às novas expectativas e necessidades dos cidadãos idosos.
No debate de várias iniciativas sobre Envelhecimento Ativo e Proteção de Idosos, Mercês Borges considerou que este é um tema para cuja reflexão estamos todos convocados e ao qual o PSD atribui a maior importância. “Hoje, como no passado, olhamos para as questões do envelhecimento da nossa sociedade, simultaneamente, como um desafio que se impõe enfrentar, mas também como uma oportunidade que não podemos desperdiçar. Um desafio, porque uma das maiores conquistas da Humanidade, alcançada nas últimas décadas, tem a ver com o aumento significativo da esperança média de vida. Uma oportunidade que não podemos desperdiçar, pois, com o aumento da esperança média de vida, devem ser adotadas medidas diversas que permitam à sociedade poder continuar a contar com o contributo das pessoas com mais idade, quer no plano social, cultural, económico, familiar e afetivo, preferencialmente, num contexto intergeracional”.
Sublinhando a importância de um envelhecimento ativo, a parlamentar referiu que este processo depende de múltiplos fatores, de que se destacam: a promoção da saúde ao longo da vida, mais anos com mais saúde, a educação, a segurança pessoal e familiar, a participação cívica e a construção de laços solidários permanentes e inter-geracionais. “O que não é aceitável é que o envelhecimento seja, uma desistência da vida, uma solidão resignada que se consubstancia no percurso mínimo, diário, entre o leito e o sofá e de novo o regresso àquele. Infelizmente, é a realidade que muitos idosos enfrentam no nosso País e noutros países desenvolvidos, com custos elevados para os próprios, para as famílias e para a Sociedade em geral”.
De seguida, Mercês Borges referiu que o processo de alteração deste modelo de envelhecimento e a aposta num envelhecimento ativo, teve expressão num conjunto de medidas adotadas pelo anterior Governo que importa dar continuidade em estreita parceria entre os Serviços da Administração Central e as Autarquias, com as Instituições da Economia Social e com os cidadãos em geral. “Permitam-me que destaque apenas algumas das medidas: reforço do apoio domiciliário em complementaridade com os serviços de saúde local; reforço da rede nacional de cuidados continuados integrados em mais de 50% do número de camas; reforço do protocolo de cooperação 2015/2016 com os parceiros da economia social em articulação com o Ministério da Saúde e com o Ministério da Educação e Ciência; No âmbito do Portugal 2020, foi criado pela primeira vez um Programa específico para a área social, Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, onde constam várias medidas destinadas a este grupo de pessoas; A linha Saúde 24 Sénior que, infelizmente, este Governo das Esquerdas foi tão célere em suspender, deixando muitos idosos abandonados. Esta suspensão é tão inaceitável quanto incompreensível”.
A terminar, Mercês Borges afirmou que se impõe garantir o aumento das respostas especializadas a estes cidadãos idosos, assim como a promoção da qualificação e valorização dos profissionais que intervêm nas diferentes áreas de apoio às pessoas idosas. “Os cidadãos que se encontram nesta fase da vida desejam, na sua grande maioria, aproveitar com qualidade o seu tempo: seja dedicando o seu tempo livre ao apoio à família; seja trabalhando em áreas que lhe dão especial prazer; seja disponibilizando algumas das suas horas no apoio aos que mais precisam, através de ações de voluntariado; seja aprendendo novas tecnologias, algum estilo artístico, jardinagem, entre outros ofícios ou artes; Nunca é tarde para aprender coisas novas. No passado, no Governo, hoje, na oposição, o PSD continua a considerar que o Estado tem que saber corresponder às novas expectativas e necessidades dos cidadãos idosos.
Até agora, deste Governo, não visualizamos qualquer estratégia ou conjunto de medidas que visem a promoção do envelhecimento ativo. Já da nossa parte, se estivéssemos no Governo, estaríamos a dar cumprimento às inúmeras medidas previstas no nosso Programa de apoio e promoção de uma vida melhor e mais feliz para os milhões de idosos portugueses. O Grupo Parlamentar do CDS-PP apresentou um conjunto de projetos que visam alcançar os desideratos que consideramos necessários: Segurança, valorização, apoio na saúde e bem-estar social para as pessoas idosas”.

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