Margarida Mano enfatizou, esta quarta-feira, no debate temático sobre modernização administrativa e o «Programa Simplex», que “tudo o que significar o simplificar de procedimentos da administração pública, o apostar no digital e nas novas tecnologias, é bom”. Frisando que no domínio da modernização administrativa estamos numa área de convergência política, onde a linha de continuidade é inequívoca, a deputada recordou um conjunto de medidas implementadas no passado e que agora encontram continuidade no Programa Simplex. Contudo, adianta a parlamentar, no Programa Simplex não existe nenhuma referência quanto aos custos das medidas. “Quanto se poupará relativamente ao anunciado pelo Governo para este ano? Como serão feitas as escolhas para a poupança? Quais os orçamentos que suportarão a despesa? São perguntas que gostaríamos de ver respondidas”, referiu. A terminar, Margarida Mano enfatizou que a modernização administrativa não pode ser confundida com a reforma do Estado. “A modernização é, ou pode ser, um instrumento de reforma de Estado, tanto ou mais importante quanto for alavancada numa cultura de serviço público vivida pelas pessoas. Mas não é a reforma do Estado”.
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