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OPINIÃO / Os Castelos da Bandeira Republicana
Na comemoração dos cem anos da República, importa relembrar o significado da Bandeira Nacional, decretada pela Assembleia Nacional Constituinte a 19 de Junho de 1911, posteriormente, regulamentada por decreto e publicada no nº 150 do “Diário do Governo”, de 30 de Junho de 1911.

Entre o formato, as cores, a dimensão, as quinas, os besantes e a esfera armilar, estão os castelos. Na obra “A Bandeira Nacional”, do capitão Olímpio de Melo, publicada em 1924 pela “Imprensa Nacional” sob autorização do Ministério da Guerra, pode ler-se, na página nº 52 e seguintes: «…A bandeira portuguesa é como um poema; nos seus emblemas lêem-se os sucessos que determinaram as condições da existência e o destino da nacionalidade….É sugestiva a leitura desses emblemas pela nitidez do sentido histórico que encerram….A conquista completa do território de Portugal realizou-a D. Afonso III; O Algarve foi heroicamente conquistado, era a fixação do limite de Portugal ao sul; como as suas armas eram um escudo vermelho semeado de castelos de ouro, D. Afonso III assentou-lhe um escudo de quinas sobre o escudo vermelho das armas do Algarve, reduzindo os seus dezoito castelos a oito, e mais tarde (por D. Pedro II) a sete. (…) A síntese da reconquista e integração do território de Portugal, em luta contra os sarracenos e depois contra o imperialismo de Castela.»

Os castelos conquistados por Afonso III aos mouros situam-se em: Albufeira, Paderne, Castro Marim, Cacela, Estombar, Sagres e Aljezur. A sua inserção na bandeira republicana simboliza a unidade territorial do País, deixando assim de se falar no “Reino dos Algarves” o qual, curiosamente, nunca foi abolido pelo regime republicano.

Curioso é o facto que na Resolução do Conselho de Ministros nº 28/2009, que define o Programa das Comemorações do Centenário da República, a Comissão Nacional designada para o efeito tenha 10 milhões de euros para gastar e, para além de ter uma agenda cultural insípida, a qual só abrange o litoral, ignorando o interior do País e todo o Alentejo preveja, segundo o mesmo diploma, «…intervenções de requalificação da frente ribeirinha de Lisboa, nos termos da Resolução do Conselho de Ministros nº 78/2008, de 15 de Maio, bem como outras intervenções urbanísticas de cariz cultural.» Por acaso a zona ribeirinha de Lisboa configura na bandeira? Que nós saibamos, NÃO! – Os castelos do Centro e do Norte do País estão, na sua esmagadora maioria, recuperados e visitáveis. Os castelos algarvios, os da Bandeira Nacional Republicana, estão ao abandono pelo IGESPAR, antigo IPAR. Se não fossem as Câmaras Municipais muito deste património já não existia. Veja-se o exemplo da degradação da Fortaleza de Sagres.

Será falta de imaginação ou de inteligência o facto de Portugal não ter “Roteiros Turísticos Temáticos” como por exemplo: o Roteiro Nacional da Arqueologia Industrial, que abranja vários períodos da história e da indústria Lusa; ou o Roteiro dos Castelos da Bandeira os quais, muito para além da carga simbólica nacional, são detentores de um valor arquitectónico e cultural únicos? – Há coisas que são difíceis de entender.

Só me ocorre dizer, “Regionalização, SIM! – Já!”

10-02-2010 Partilhar Recomendar
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